Mostrando postagens com marcador festas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador festas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de março de 2017

Portela é a grande campeã do carnaval do Rio de Janeiro

Escola bateu Mocidade Independente na penúltima nota do último quesito

Com o enredo 'Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar', a escola de samba Portela desfila no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro (RJ) - 28/02/2017 (Daniel Ramalho/VEJA.com)

A escola de samba Portela é a grande campeã do Carnaval 2017 do Rio de Janeiro, quebrando um jejum de 33 anos sem títulos. Sob a batuta do carnavalesco Paulo Barros, a agremiação trouxe para a Sapucaí o enredo “Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar”, referência a uma canção de Paulinho da Viola, grande nome da escola. A Portela havia sido campeã pela última vez em 1984 e venceu em uma apuração carregada de emoção, disputando com a Mocidade Independente de Padre Miguel cada décimo das notas.

As escolas ficaram empatadas até o último quesito, enredo, definido como o critério de desempate na tarde desta quarta-feira. A Mocidade teve duas notas 9,9 e ficou em segundo lugar. A Portela venceu com 269,9 pontos e a Mocidade ficou um décimo atrás.

A escola de samba vencedora foi a penúltima a pisar no Sambódromo, na segunda-feira, e trouxe para a avenida histórias e mitos da água doce. A comissão de frente representava o fenômeno da piracema, com os componentes da escola vestidos como peixes que nadavam em direção à nascente. O carro abre-alas trouxe a águia, símbolo da escola, representando a fonte onde nasce o rio azul e branco, as cores da agremiação.

Em um show de criatividade, a escola ressaltou a importância dos rios para a humanidade e levou para a avenida um carro alegórico que lembrava a tragédia de Mariana, que afetou o Rio Doce. As coloridas alas representavam ainda a ocupação dos rios por civilizações antigas, seres que habitam as águas e a influência dos rios nas artes.
Apuração

Antes do início da apuração, a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) anunciou que nenhuma escola do Grupo Especial seria rebaixada para o Grupo A neste ano, em solidariedade aos acidentes envolvendo carros alegóricos da Unidos da Tijuca e da Paraíso do Tuiuti. Cinco vítimas ainda permanecem internadas. A Unidos da Tijuca foi a única punida durante a apuração, perdendo um décimo por estourar o tempo de desfile.

Com a decisão a respeito do rebaixamento, treze escolas de samba irão desfilar na categoria principal em 2018 — as doze de 2017, mais uma promovida do Grupo A. No próximo ano, duas agremiações serão rebaixadas, reequilibrando os grupos.

A Unidos da Tijuca e Paraíso do Tuiuti tiveram as piores notas em alegorias e adereços, possivelmente consequência dos acidentes. As duas escolas somaram 29,4 e 29,5 pontos, respectivamente, na soma dos quatro jurados, não obtendo nenhuma nota dez. No quesito evolução, as agremiações receberam também as piores avaliações, deixando-as nas posições finais da tabela. A Unidos da Tijuca marcou 29,4 pontos no quesito e a Unidos do Tuiuti, 29,2.
Critérios

A Liesa havia definido na tarde desta quarta-feira a ordem da leitura dos quesitos do Carnaval 2017 das escolas de samba do Rio de Janeiro. Enredo foi o principal critério de desempate e, como sempre, o quesito foi o último a ter suas notas apuradas na Praça da Apoteose.

A apuração das notas foi feita na seguinte ordem: alegorias e adereços, bateria, fantasia, samba-enredo, comissão de frente, evolução, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira e enredo. Para o critério de desempate é considerada a ordem inversa da divulgação das notas, o que significa que, depois de enredo, os principais quesitos são mestre-sala e porta-bandeira, harmonia e assim, sucessivamente.

Além da ausência do rebaixamento, a apuração teve outra diferença em relação aos anteriores: em vez de quatro, seis jurados avaliaram cada quesito. Contudo, somente quatro notas foram válidas na apuração. Os reservas atribuíram notas que só seriam divulgadas e computadas na média total caso algum dos titulares tivesse algum problema e não fosse capaz de concluir sua avaliação.

Os jurados concedem as notas, que vão de nove a dez com o fracionamento de décimos, no dia do desfile, em envelopes lacrados e guardados pela Liesa. Estes envelopes só são abertos durante a apuração, na frente de representantes de todas as escolas.

Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Após acidente com carro da Tijuca, dois seguem internados

No total, cinco pessoas seguem internadas, depois de dois acidentes envolvendo carros alegóricos no Carnaval do Rio de Janeiro

Bombeiros retiram mulher ferida em maca após estrutura de carro alegórico da Unidos da Tijuca despencar (Rafael Moraes/VEJA.com)

Duas pessoas permanecem internadas em decorrência do acidente com o carro alegórico da escola Unidos da Tijuca, na madrugada desta terça-feira, na avenida Sapucaí, no Rio de Janeiro. Uma delas deverá ter alta médica nesta terça-feira e a outra permanece em observação. Elas estão internadas nos hospitais municipais Souza Aguiar, no centro do Rio e no Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste. O acidente deixou pelo menos 15 feridos.

Entre as vítimas de outro acidente, com carro alegórico da escola Paraíso do Tuiuti, ocorrido na noite de domingo, Maria de Lurdes de Moura, de 58 anos, segue internada em estado grave e respirando com a ajuda de aparelhos, no hospital Souza Aguiar. Lucia Regina de Mello Freitas, 56 anos, também está internada, com quadro estável. Outra vítima no mesmo acidente que segue internada no Souza Aguiar é Elizabeth Jofre, ainda sem previsão de alta.


Acidente
Parte da estrutura superior de um carro alegórico da Unidos da Tijuca despencou logo no início do desfile da escola, na madrugada desta terça-feira. Pelo menos 15 pessoas ficaram feridas e duas continuam internadas. Uma com suspeita de traumatismo craniano e outra com traumatismo abdominal.

No total, vinte pessoas passaram pelos postos médicos do sambódromo, e os feridos foram levados a três hospitais: Souza Aguiar, Miguel Couto, Lourenço Jorge.

A alegoria ficou parada por cerca de 20 minutos, enquanto era feita a retirada dos carnavalescos. Uma ambulância entrou na avenida para ajudar no socorro à algumas vítimas em situação delicada.

Outras foram encaminhadas para o posto médico local. Após a saída das pessoas, o carro foi escoltado ao longo da avenida para a dispersão. Assim, ele abriu espaço para as demais alegorias, que estavam à espera do caminho livre.

Bombeiros retiram feridos de carro alegórico após acidente - 28/02/2017 (Rafael Moraes)

(Com Estadão Conteúdo)
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Na última nota, Acadêmicos do Tatuapé vence o Carnaval de SP

A vitória veio apenas na última nota, no quesito samba-enredo, quando a agremiação superou a Dragões da Real

Desfile da Escola Acadêmicos do Tatuapé válida pelo Grupo especial, no Sambódromo do Anhembi em São Paulo (SP) - 25/02/201 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

Com uma vitória conquistada apenas na última nota, a escola de samba Acadêmicos do Tatuapé foi a grande campeã do carnaval de São Paulo este ano. Após homenagear o continente africano, a Acadêmicos do Tatuapé conseguiu nota dez na quase totalidade dos quesitos e conquistou o primeiro lugar na disputa.

Desfile da escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo (SP) - 25/02/2017 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

A escola de samba teve como tema Mãe África Conta a Sua História: Do Berço Sagrado da Humanidade à Abençoada Terra do Grande Zimbabwe. Apenas nos últimos instantes os membros e torcedores da escola puderam comemorar o resultado.

Até a nota do penúltimo jurado, quem vencia era a escola Dragões da Real. Com uma homenagem à música do cantor Luiz Gonzaga, a escola que ficou em segundo lugar teve o tema Dragões Canta Asa Branca. Em terceiro lugar ficou a Vai-Vai e em quarto a Império da Casa Verde .

Desfile da escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo (SP) - 25/02/2017 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

As notas foram dadas por 36 jurados, que julgaram 9 quesitos: fantasia, bateria, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira, harmonia, alegoria, evolução, enredo e samba-enredo.

As piores escolas foram a Águia de Ouro e a Nenê de Vila Matilde. As duas foram rebaixadas para o grupo de Acesso.

Nenhuma punição
Após uma segunda reunião a portas fechadas, na segunda-feira, a Liga e os presidentes das escolas decidiram não aplicar nenhuma punição aos seus membros. Assim, todas as concorrentes entraram para apuração podendo atingir a nota máxima.

Na madrugada do domingo, a Vai-Vai apresentou um carro com uma espécie de cachoeira com água, que vazou na pista. A Nenê de Vila Matilde, escola que entraria na sequência, atrasou seu desfile em cerca de 1h10 devido às condições da avenida, o que aumentou os rumores de uma possível punição.

(Com Agência Brasil)
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Com o pai preso, filho de Cabral passeia pela Sapucaí

Um dos poucos políticos que deram as caras no carnaval carioca, deputado federal Marco Antônio Cabral circulou entre os camarotes e a pista

Marco Antônio Cabral, já com o dia raiando, chega para o camarote do Uol, onde ficou poucos minutos antes de partir em disparada pela Sapucaí (Leslie Leitão/VEJA)

Eram tempos de vacas gordas e liberdade. Sérgio Cabral era sempre uma das estrelas da noite fora da Avenida, na Sapucaí. A expectativa por sua chegada ao camarote que o governo do Rio de Janeiro mantinha gastando alto criava cenários de recepção a um pop-star. Os tempos de crise e o fato de o pai estar preso, no entanto, não deixaram o filho Marco Antônio de fora da folia. Um dos poucos políticos que passaram pela avenida na primeira noite do Grupo Especial, Cabralzinho chegou tarde – por volta das 3h – e não parou um segundo.

Agitado, ele caminhava rápido, às vezes de cabeça baixa. Atrás, alguns poucos amigos e dois seguranças aceleravam o passo para não perder o patrão de vista. Já com o dia claro e a Beija-Flor desfilando, Marco Antônio chegou a um camarote no setor 8. Pediu para colocar um amigo para dentro, vestiu um boné e entrou no espaço. Estava agitado demais. Ficou poucos minutos.

Dali, saiu em disparada de novo. Deu a famosa ‘carteirada’ nos seguranças da Liesa que faziam a segurança do acesso à pista e colocou os que o seguiam para dentro.

A Sapucaí era um palco de celebração da família Cabral. Foi numa dessas noites de festa que, em 2010, um vídeo viralizou com o Cabral pai – então governador e visivelmente alcoolizado – anunciando que Dilma Rousseff, ministra de Minas e Energia de Lula à época, seria a candidata petista à eleição presidencial no final daquele ano.

Outro momento marcante do Cabral fanfarrão na Avenida ocorreu em 2013. De tênis verde e uma camisa rosa, ele caiu no samba durante o desfile de sua escola do coração, a Mangueira. Chegou a reger os ritmistas e a ‘roubar’ o chocalho de um deles para tocar o instrumento. No ano seguinte, seu último no poder e quando a popularidade estava mais baixa, Cabral abusou da informalidade, usando camisa polo e chapéu Panamá. Também distribuiu afagos. Chegou a beijar no rosto o prefeito Eduardo Paes e jogou água na boca dos ritmistas para matar a sede deles.

Em 2014 Marco Antônio desfilou na bateria da Mangueira, enquanto o pai curtia do camarote (Divulgação)

Por Leslie Leitão e Luisa Bustamante
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Parte de carro alegórico despenca e deixa feridos na Sapucaí

Acidente com carro da Unidos da Tijuca deixou 15 feridos

Bombeiros retiram feridos de carro alegórico após acidente - 28/02/2017

A parte da estrutura superior de um carro alegórico da Unidos da Tijuca despencou, logo no início da Sapucaí. Os bombeiros foram ágeis no resgate e retiraram as pessoas envolvidas. Algumas estavam machucadas e saíram em macas e cadeiras de rodas. Segundo a rede Globo, dez pessoas foram atendidas na Sapucaí e cinco foram encaminhadas para hospitais — duas em estado grave, um caso de traumatismo craniano e outro com trauma abdominal.

A alegoria ficou parada por cerca de 20 minutos, enquanto era feita a retirada dos carnavalescos. Uma ambulância entrou na avenida para ajudar no socorro à algumas vítimas em situação delicada. Outras foram encaminhadas para o posto local. Após a saída das pessoas, o carro foi escoltado ao longo da avenida para a dispersão. Assim, ele abriu espaço para as demais alegorias, que estavam à espera do caminho livre.

O tema da escola é uma homenagem ao saxofonista Louis Armstrong e o compositor Pixinguinha, em um tributo à importância dos dois para a música do Continente Americano. O carro em questão era voltado para o americano e sua cidade, Nova Orleans.

Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Motorista que atropelou vinte na Sapucaí está foragido

Identidade do condutor do carro alegórico não foi apresentada pela Paraíso do Tuiuti. Até agora, polícia não sabe seu nome e nem como ocorreu sua fuga

Último carro da Tuiuti, apreendido pela Policia Civil. Uma nova perícia será realizada para descartar uma possível falha mecânica (Leslie Leitão/VEJA)

O motorista do último carro alegórico da Paraíso do Tuiuti, que atropelou pelo menos 11 pessoas – deixando três gravemente feridas – na abertura do Grupo Especial, no fim da noite de domingo, está foragido. A Polícia Civil tenta agora identificar o condutor do veículo, já que a escola de samba prometeu levar a documentação e apresentar o motorista, mas até o final da primeira noite de desfiles nada disso foi feito. Os investigadores buscam descobrir em que momento o condutor inicial fugiu, já que teria sido um mecânico da escola quem conduziu o carro pela Marquês de Sapucaí no desfile.

Através de imagens de câmeras de tevê e do circuito de monitoramento da avenida os investigadores tentarão determinar o exato momento em que o motorista que dirigia na hora do acidente foi trocado. Policiais militares que estavam próximo não conseguiram impedir a fuga. O veículo continuou o desfile e só foi interceptado do outro lado da Sapucaí. Policiais civis descobriram, então, que o carro estava sendo pilotado pelo mecânico da escola. “Só não sabemos em que momento houve a troca”, diz um investigador.

O delegado da 6ª DP (Cidade Nova), William Bezerra, disse que o trabalho da perícia inicial, no local do fato, foi satisfatório. “A perícia vai trazer um dado importante, que indica que o campo de visão do condutor é muito pequeno. Na verdade, ele depende muito da orientação das pessoas de fora. O trabalho dele é manter o carro numa faixa amarela que tem pintada por toda a Avenida”, diz.

O delegado falou também que na primeira perícia realizada o veículo não apresentou defeito mecânico. Na manhã desta segunda-feira, porém, uma nova perícia de engenharia será realizada para confirmar se realmente não houve algum problema no carro.

Por Leslie Leitão e Luisa Bustamante
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Ivete brilha, Crivella falta e Salgueiro apresenta o diabo

Depois de mistério durante a semana, prefeito-bispo se ausenta e perde desfiles em homenagem à cantora baiana e ao inferno da "Divina Comédia"


O primeiro dia de desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro começou em baixo astral. A chuva e a tragédia que deixou oito pessoas feridas na apresentação da Paraíso do Tuiuti esfriaram os ânimos na Marquês de Sapucaí. Só com a presença da cantora Ivete Sangalo, tema do enredo da Grande Rio, é que as arquibancadas voltaram a se contagiar.

Pela primeira vez desde 1984, o prefeito da cidade não prestigiou os desfiles no primeiro ano do seu mandato. Depois de fazer mistério durante toda a semana, Marcelo Crivella não apareceu na Avenida para assistir às escolas do Grupo Especial. Ele, que é bispo licenciado da igreja Universal, também já havia quebrado outro protocolo simbólico do Carnaval Carioca. Na sexta-feira, Crivella não entregou a chave da cidade para o Rei Momo.

Abaixo o que o prefeito perdeu esta madrugada na Sapucaí:

Paraíso do Tuiuti
É duro abrir o desfile das escolas de samba no domingo de Carnaval. A tarefa é destinada à agremiação que estava no Grupo de Acesso no ano anterior – ou seja, uma forte candidata a cair novamente para a segunda divisão do samba.

No caso da Paraíso do Tuiuti, um agravante: tudo o que a escola fez na Avenida acabou ofuscado pelo atropelamento provocado por um dos seus carros alegóricos. Oito pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave.

A escola da Zona Norte do Rio apresentou um enredo sobre o tropicalismo. O desfile foi até correto, mas o destino da Paraíso será a briga para não ser rebaixada.

Grande Rio
A homenagem da escola de Duque de Caxias para Ivete Sangalo era o momento mais esperado da noite de domingo – e a espera valeu a pena para os fãs da cantora. Ivete não se limitou a aparecer no carro alegórico que encerraria o desfile (prática comum de artistas temas de enredos na Sapucaí). Ela comandou a coreografia da comissão de frente, que contagiou a Avenida. Animada, a escola tinha na ponta da língua o samba de fácil assimilação do público (especialmente o refrão “Salve toda essa gente de fé, o tambor da invocada promete, Levanta a poeira, Ivete”).

O desfile da Grande Rio aproveitou para contar um pouco da história da Bahia, terra natal de Ivete. Também fez referências a músicas da cantora e a sua participação em programas de TV como o The Voice Kids.

O desfile foi bonito, mas deu a sensação de que pode ter faltado algo para arrebatar os jurados e pôr fim ao jejum de títulos da Grande Rio no carnaval carioca. Mas, verdade seja dita, foi a única escola a arrepiar a Avenida graças a Ivete.

Imperatriz
Terceira a desfilar na noite, a Imperatriz Leopoldinense levou para a avenida o polêmico samba-enredo Xingu, o Clamor que vem da Floresta. O tema despertou a ira dos ruralistas desde o início de janeiro, quando foi anunciado. A ponto do senador Ronaldo Caiado propor uma CPI para apurar quem são os financiadores do desfile que busca “denegrir o agronegócio”.

Na pista, a escola passou longe da polêmica. A ousadia ficou por conta de um carro alegórico inteiro com mulheres de seios de fora (sim, hoje isso é audacioso) e as paradinhas da bateria. Fora isso, a Imperatriz exibiu um punhado de alegorias que pareciam já ter passado pela Avenida nos últimos anos.

O desfile provavelmente colocará a escola em um nível intermediário na classificação geral. Dependendo do desempenho dos adversários na segunda-feira, é possível até brigar por um lugar no Desfile das Campeãs.

Vila Isabel
Depois do título no Carnaval de 2013, a Vila Isabel coleciona desempenhos decepcionantes na Avenida. A tendência é que mantenha a performance este ano e fique mais uma vez de fora do desfile das campeãs. Uma pena para Martinho da Vila e Sabrina Sato, estrelas que mais uma vez abrilhantaram a Sapucaí com seu carisma.

A escola levou ao Sambódromo um enredo sobre a influência africana nas Américas, especialmente na música. Na última alegoria, uma recriação de Kizomba, o enredo de 1988 que sagrou a Vila campeã. Alguns carros tiveram problemas de acabamento, o que fatalmente gerará perda de pontos para a escola.

Salgueiro
Os fotógrafos da Sapucaí lamentaram a ausência de Marcelo Crivella. Imaginavam fazer imagens do prefeito ao lado de carros alegóricos com referência ao diabo (haviam três deste tipo no desfile do Salgueiro).

A escola da zona Norte do Rio levou para a Avenida um enredo sobre a Divina Comédia de Dante Alighieri. Especialmente no início do desfile, o impacto visual dos carros e fantasias foi muito forte. Sem erros, o Salgueiro deverá brigar pelo título.

Beija-flor
A escola de Nilópolis irrita os rivais, mas o fato é: basta pisar na Avenida para vestir o manto do favoritismo. Não foi diferente no primeiro dia de desfiles. Com alegorias exuberantes, a Beija-flor fechou com chave de ouro o início da manhã de segunda-feira.

A grande novidade da Beija-Flor foi o fim do conceito de alas em alguns trechos do desfile. Integrantes com várias fantasias de cores diferentes integravam o mesmo grupo na Avenida.

Por Thiago Prado
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Baianos encaram 8 km na festa do Bonfim; religiosos pregam tolerância

Festa com dois séculos de história reúne pelo menos 500 mil pessoas.
Ato ecumênico foi realizado antes de caminhada; 'sejamos mais tolerantes'.

FACEBOOK
Fiéis em cortejo pelas ruas da Cidade Baixa, em Salvador Festa do Senhor do Bonfim (Foto: Max Haack/Ag Haack)

Marcado pelo sincretismo, cerca de 500 mil pessoas percorrem 8 km na Lavagem do Senhor do Bonfim, santo considerado padroeiro de coração dos baianos e que acontece em Salvador nesta quinta-feira (14). Antes do início da caminhada, representantes políticos e religiosos participaram de um ato ecumênico em frente a igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia. Há 28 anos o eletrotécnico Daniel Abelardo participa do festejo atrás dos Filhos de Gandhy. A cada ano, ele paga uma nova promessa. [Confira AQUI as fotos da festa em Salvador]

Daniel arrumando os trajes para sair no cortejo dos Filhos de Gandhy (Foto: Maiana Belo/G1)

"O gandhy que 'veste a camisa' já é uma pessoa da paz. Cada um tem sua tradição de fé e a minha é vir para cá também. Hoje estou aqui para pagar a promessa que fiz, que era a der construir minha casa. Já está prontinha. Fiz a promessa no ano passado e agora vim para pagar", disse.
A aposentada Maria Renalda também foi pagar a promessa, mas ainda não pode fazer a caminhada completa porque se recupera de um problema no joelho.
"Vim cumprir a promessa que pedi para melhorar meu joelho, mas infelizmente não consigo caminhar até a Sagrada Colina, mas venho aqui na Conceição [da Praia] e faço minhas orações. Ano que vem estarei ainda melhor", disse.
Para Euvânia Lopes da Silva, o momento é principalmente agradecer ao Senhor do Bonfim. "É gratificante participar dessa caminhada. Há 15 anos participo. É o dia de me sentir princesa e agradecer a Senhor do Bonfim pelo ano que passou", afirmou a baiana.

Turista curitibana na festa do Senhor do Bonfim (Foto: Maiana Belo/G1)

Pela primeira vez na festa, a turista de Curitiba Débora Santiago disse que não fez nenhuma promessa, mas que, independente da fé, admira as manifestações culturais. "Estou achando tudo muito bonito. Fico encantada porque é uma festa de cultura brasileira que traz uma mistura de religiões”, disse.

Ato ecumênico
Diversos religiosos participaram do ato ecumêninco que deu início à tradicional Lavagem do Bonfim, em Salvador.
O ato começou por volta das 8h, em frente à igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, na Cidade Baixa e, às 8h50, os fiéis seguiram em caminhada para a Igreja do Senhor do Bonfim. Representantes das igrejas de matriz africana, católica, messiânica, espírita e hinduísmo falaram sobre tolerância religiosa e a importância de respeitar a diversidade.

Líderes do hinduísmo, candomblé e espiritismo em ato ecumênico (Foto: Maiana Belo/G1)

"Que a gente saiba respeitar o diferente e saiba viver em uma sociedade plural. Que não só hoje, mas todos os dias a paz reine sobre todos. Que sejamos mais tolerantes", disse Anselmo José Santos, representante do terreiro Mokambo, em Salvador.
O padre Irineu Jairo de Jesus Meneses disse que a tolerância é algo que devemos exercer diariamente. "A tolerância e a concórdia são algo possível que devem estar no nosso cotidiano. Somos todos irmãos filho de um mesmo Deus e essa festa traduz a diversidade de cultura", falou.
"Esse é um dia em que todas as religiões celebram a paz. Vários fieis da igreja messiânica estão aqui hoje e participam da caminhada. Isso é importante principalmente em momento em que falamos muito de paz", disse o ministro da igreja messiânica de Salvador e região metropolitana, Guilhermo de Souza Peixoto.

Participação política
O governador da Bahia, Rui Costa, e o prefeito de Salvador, ACM Neto foram alguns dos representantes políticos que compareceram à Lavagem do Bonfim. Ambos participaram do ato ecumênico e seguiram em cortejo.
"Paz e um ano melhor do que 2015". Esse foi o pedido do governador, que afirma participar da festa desde a infância. "Eu diria que o coração de todo baiano bate mais forte nesse momento. Que é um momento de simbolismo para cada um de nós. Eu desde criança participo do Bonfim, é uma emoção especial. Confesso a vocês que o ritmo da batida do coração é diferente. Que Deus e Senhor do Bonfim proteja todos nós", disse Rui.
Já ACM Neto falou sobre a fé. "O que eu peço sempre é proteção, saúde e força para enfrentar os desafios que a vida diariamente nos coloca. Peço também pela nossa cidade, por cada morador de Salvador, cidade que é marcada pela fé do seu povo. Com muita fé fazemos esse percurso até a Colina Sagrada, até os pés de Nosso Senhor do Bonfim para desejar um 2016 com muitas vitórias. O [Senhor] Bonfim é o termômetro da minha fé e nada mais do que isso", disse ACM Neto.

Sincretismo
O padre Edson Menezes, reitor da Igreja do Bonfim e o pesquisador da afrobaianidade e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Gildeci Leite explicam sobre o sincretismo que envolve a festa.
"A Lavagem do Bonfim é um momento de integração entre diversas religiões, devotos, turistas e políticos. Na verdade, é um grande encontro. Em um momento de terrorismo, em que a religião é usada como instrumento que contribui para a violência, estamos aqui dando uma lição ao mundo", resume o Menezes.

Lavagem do Bonfim (Foto: Camila Souza/GOVBA)

Já Leite explica que Senhor do Bonfim e Oxalá são entidades diferentes, que se complementam. "Oxalá é o filho mais velho de Olorum [Divino Criador], aquele que habita o céu. Dentro da proposta espiritualista, entendemos que o Senhor do Bonfim é o filho de Oxalá", detalha. Para os católicos, o Nosso Senhor do Bonfim é a representação do Cristo Crucificado.
Historicamente, a fé do povo de santo e dos católicos se entrelaça. Leite detalha que um dos símbolos desse cruzamento entre as religiões está nas vestimentas brancas usadas pelos fiéis. "Oxalá é o Senhor do Pano Branco", explica sobre a absorção do ritual na festa católica. "A grande importância vem aí. A cultura negra foi associada à Lavagem do Bonfim", complementa.
Gildeci Leite acredita que o sincretismo entre as religiões, inclusive, foi responsável por eleger um novo padroeiro para a capital baiana. "São Francisco de Xavier é o padroeiro de Salvador, mas todo mundo jura de pé santo que é o Senhor do Bonfim. E o que é a voz do povo?", brinca.
Para o padre Edson Menezes, reitor da Igreja do Bonfim, o encontro entre as religiões nos festejos da Lavagem do Bonfim é visto com respeito pela Igreja Católica. "Como nós sabemos, o sincretismo resultou de um momento histórico de colonização. Encaramos isso com respeito e consideração. Achamos que é algo próprio da cultura que deve ser valorizado e reconhecido", afirma.

Lavagem do Senhor do Bonfim (Foto: Max Haack/Ag Haack)

A festa do Senhor do Bonfim ocorre desde 1750, incorporando em sua trajetória religiosidade e características profanas. Informações da Secretaria de Turismo apontam que a tradição da lavagem começou com os escravos, quando eles preparavam o templo para o domingo festivo. Mulheres vestidas com trajes brancos e de torços na cabeça colhiam água em uma fonte do bairro do Bonfim, que era levada à Colina Sagrada em lombo de burro. Durante o trabalho, cantava-se e dançava-se. Desde então, as homenagens acontecem sempre no segundo domingo após o dia 6 de janeiro, data em que a Igreja celebra a Festa de Reis.
"A Lavagem do Bonfim tem conotação religiosa e profana. Está presente ali a religiosidade popular e piedade. Consideramos um grande evento de fé e esperança", atesta o padre Edson Menezes.

Fiéis acompanham ato ecumênico em frente à Igreja da Conceição da Praia, no Comércio,antes do início do cortejo (Foto: Maiana Belo/G1)

Programação
A programação em homenagem ao Senhor do Bonfim foi aberta no dia no dia 7 de janeiro, com o início do novenário (que é interrompido no dia a lavagem), e segue até domingo (17), quando se celebra o Senhor do Bonfim.

No domingo, a programação tem início às 4h30, com alvorada e repique dos sinos, seguido de missas às 5h, 6h e 7h30. A novidade durante a Lavagem é que os fiéis poderão passar pela "Porta da Misericórdia", na Basílica Santuário Senhor do Bonfim, para pedir perdão pelos pecados. Às 12h acontece a acolhida às baianas pelos membros da Irmandade (Devoção do Senhor do Bonfim) e entrega das vassouras para a lavagem do adro da Basílica; após o ritual da lavagem do adro, a imagem Peregrina do Senhor do Bonfim ficará próxima à porta principal na Basílica Santuário para veneração pública até 18h; Já às 16h, Fiéis participam da Procissão dos Três Pedidos, com saída da Igreja dos Mares em direção à Colina Sagrada, onde dão três voltas em torno da Basílica, fazendo os três pedidos. A bênção do Santíssimo Sacramento e a queima de fogos de artifício finalizam as homenagens ao santo.

Lavagem do Senhor do Bonfim começa na Igreja da Conceição da Praia (Foto: Mateus Pereira/GOVBA)

Lavagem do Senhor do Bonfim 2016 (Foto: Mateus Pereira/GOVBA)

fonte:g1.globo.com
Maiana Belo - Do G1 BA
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Festa de Barretos começa com tributo a Milionário e José Rico

Jovens sertanejos abriram a programação de shows.
Nova geração apostou em hits que estouraram em 2012 nas rádios.

Novos sertanejos abrem programação de shows no palco principal de Barretos (Foto: Érico Andrade/G1)

Começou com ‘Estrada da Vida’ e terminou com ‘Viva a Vida’, mas a homenagem aos ‘gargantas de ouro do Brasil’, Milionário e José Rico, na abertura da Festa do Peão de Barretos, na madrugada desta sexta-feira (16), foi marcada por hits do sertanejo universitário sobre solteirice e bebedeira.
No palco, George Henrique e Rodrigo, Gabriel Gava, Henrique e Diego, Fábio e Rafael, Israel e Rodolfo, Lucas Lucco e Trio Bravana, a nova geração do sertanejo, cantaram hits ‘estourados’ pelas rádios Brasil afora. Todos estreantes no palco principal da festa de Barretos, mas conhecidos dos outros palcos em anos anteriores do evento, já que a Festa do Peão é uma grande vitrine para o gênero.

O show foi aberto com 45 minutos de atraso – o previsto era começar às 23h – com todos os sertanejos no palco principal da festa, cantando ‘Estrada da Vida’. Mas o tributo a Milionário e José Rico parou por aí, e na sequência houve um 'desfile' de canções com versos sobre pegação, sedução, e algumas baladas românticas. Entretanto, o repertório não abalou a animação do público. Pelo contrário, agradou. Quem esteve na arena enfrentou o frio da madrugada e cantou e dançou até o fim.
Provocando a mulherada na arena do Parque do Peão, George Henrique e Rodrigo entraram em cena com o hit ‘Receita de Amar’. O show seguiu com ‘Amigo da Onça’, ‘Conto até Dez’ e ‘Quando amanhecer’.

Gabriel Gava canta no palco e provoca a mulherada em Barretos. (Foto: Érico Andrade/G1)

Gabriel Gava e seu ‘Fiorino’ colocaram Barretos para dançar. O hit que foi sucesso em 2012 nas rádios continua forte nas paradas sertanejas e empolga o público. Também vieram ‘Bala na Boquinha’ e ‘Tô doidinho’, em ritmo de arrocha.
Henrique e Diego sacudiram Barretos com ‘Zuar e Beber’. A música que fala em ‘levar a mulherada para o ap pra gente beber’ foi uma das mais executadas no ano passado e não poderia ficar de fora do repertório da dupla, que também tocou ‘Festa Boa’ e ‘Oh delícia’.
Com topetes muito bem formados e calças muito ajustadas, Fábio e Rafael surgiram ao som de ‘Mão Boba’ e seguiram com ‘Estilo Safadão’ e ‘Mete o Migue’. Antes de deixarem o palco, afirmaram que são um novo projeto e agradeceram o público pela aceitação dos hits sobre as bebedeiras e a paquera.
Únicos nomes com repertório mais romântico na primeira noite de Barretos 2013, Israel e Rodolfo embalaram casais apaixonados e apimentaram a paquera na arena. A sequência de hits contou com ‘Hipnose’, ‘Marca Evidente’, ‘Amor que é Bom Ninguém Quer Dar’ e ‘Quem vai chorar não sou eu’.

Lucas Lucco canta a balada 'Pra te fazer lembrar' e arranca gritos das fãs em Barretos. (Foto: Érico Andrade/G1)

Lucas Lucco, o mais novo galã queridinho do sertanejo, arrancou suspiros das meninas, despertando a ‘ira’ masculina. O cantor deixou sua marca no palco com ‘Foi Daquele Jeito’, ‘Princesinha’, ‘Pra te fazer lembrar’ e ‘Pac Man’.
O Trio Bravana, sucesso na web, fez a participação mais interativa da noite. Após cantarem ‘Três Amigos’ e ‘Me Chama pra Beber’, Thiago – compõem o trio Allan e Bruno – fez uma brincadeira com o público. Por baixo da camisa, o músico usava uma camiseta com o nome da banda, que ele fez questão de tirar e atirar para as fãs. O ‘trio explosão’ ainda convidou a dupla Luiz Claudio e Juliano para subir ao palco.
Só no fim do show, todos reunidos no palco retomaram o tributo que levava o nome do show. Ao som de Viva a Vida, Barretos tremeu na despedida da nova geração sertaneja.
Todos os cantores, conscientes do que representam hoje para a música sertaneja, agradeceram a oportunidade de estarem no palco principal da festa, ansiosos, certamente, pelo ano em que estarão dominando o palco de Barretos em um show exclusivo.

Sucesso na web, Trio Bravana animou o público na primeira noite de shows na Festa de Peão de Barretos (Foto: Érico Andrade/G1)

fonte:http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/festa-do-peao-de-barretos/2013/noticia/2013/08/tributo-milionario-e-jose-rico-tem-dominio-do-sertanejo-universitario.html
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142