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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A evolução nos treinou para usar orgasmo como moeda: estudo


De acordo com uma nova pesquisa inglesa, os humanos evoluíram para usar o prazer sexual, especialmente o orgasmo, para controlar seus parceiros.

A Dra. Diana Fleischman, psicóloga da Universidade de Portsmouth, diz que o orgasmo e o prazer sexual intenso são formas de reforço positivo e recompensa que podem motivar e mudar nosso comportamento. A evolução nos treinou para usá-los como moedas.

“Todos os animais se envolvem em comportamentos que têm consequências positivas e aprendem a associar a recompensa com os estímulos que eles geram. Quando experimentamos o prazer sexual com outra pessoa, começamos a ser recompensados por essa pessoa, sua forma, seu cheiro, sua voz etc. A pessoa se torna uma recompensa em seu próprio direito e, finalmente, isso alavanca os relacionamentos”, explica.

Reforçando comportamentos
Reforço positivo ou recompensa é muito mais propenso a moldar o comportamento do que punição. “Pense em como usamos com frequência o alimento saboroso e rico em calorias como recompensa: o alimento, o calor, o sono e o prazer sexual são exemplos de recompensas físicas que nos dão prazer, nos fazem sentir bem e podem causar mudanças comportamentais”, afirma.

A Dra. Fleischman argumenta que o comportamento sexual é mais agradável quando cumpre uma necessidade. Orgasmo pode ser um sinal de devoção ao seu parceiro e pode melhorar a ligação entre o casal.

“Recompensar alguém com prazer sexual ou orgasmo poderia ajudar a construir uma base para as pessoas em relacionamentos. Sentimentos de prazer e bem-estar podem levar a associações mais positivas e torná-las mais propensas a perdoar um ao outro por erros ou indiscrições”, exemplifica.

No caso do homem, o prazer do contato sexual com a mãe de seus filhos pode impedi-lo de alocar seu esforço ou recursos para outras oportunidades de acasalamento ou outras crianças. Para a mulher, o prazer sexual contínuo com o pai de seus filhos poderia impedi-la de abandonar um relacionamento que está protegendo sua prole, e poderia agir como um sinal reconfortante de paternidade para seu companheiro.
O complicado orgasmo feminino

A pesquisa também examinou se o comportamento adaptativo pode explicar por que as mulheres experimentam orgasmos menos consistentemente do que os homens, sugerindo que há menos motivadores biológicos.

“Para os homens, o comportamento sexual tem baixos custos potenciais em comparação com grandes benefícios reprodutivos potenciais. As mulheres podem se reproduzir apenas uma vez por ano e seu investimento é maior. No entanto, enquanto as mulheres não precisam do orgasmo para conceber, o fato de que têm orgasmos é prova de que eles servem a um propósito. Como o orgasmo é variável em mulheres, pode ser mais reforçador do que é para os homens”, aposta a Dra. Fleischman. [Phys]

fonte
por Natasha Romanzoti
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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O segredo para uma vida sexual feliz


De acordo com um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, para ter uma vida sexual feliz em um relacionamento a longo prazo, é preciso baixar as expectativas e trabalhar duro na cama.

Em outras palavras, você não pode acreditar na noção de “destino sexual”, e sim entender que, para ter satisfação sexual, é necessário fazer adaptações e conversar com seu parceiro sobre isso.

O estudo analisou ambas relações heterossexuais e homossexuais. Você pode lê-lo (em inglês) no Journal of Personality and Social Psychology.

Alma gêmea?
Como muitas outras coisas boas na vida, uma vida sexual feliz exige trabalho duro ao invés de uma “expectativa” de satisfação eterna simplesmente porque você e seu parceiro ou parceira são “almas gêmeas”.

A pesquisa, feita por psicólogos canadenses, envolveu 1.900 participantes e concluiu que existem essencialmente dois grupos de pessoas (mesmo que muitas estejam em algum lugar no meio destes grupos): os que compreendem a necessidade de crescimento sexual e os que acreditam no “destino sexual”.

Crescimento x destino sexual
Se você acha que o sexo é a chave do relacionamento, sua atitude em relação a ele pode determinar o sucesso da relação.

“As pessoas que acreditam no destino sexual usam sua vida sexual como um barômetro para o quão bem seu relacionamento anda. Eles acreditam que os problemas no quarto significam problemas no relacionamento como um todo”, explicou Jessica Maxwell, doutoranda e principal autora do estudo, ao portal Big Think.

Por outro lado, se você reconhece que mudanças podem acontecer e trabalhar para melhorar o sexo é uma parte normal de um relacionamento a longo prazo, você pode ter mais sucesso em mantê-lo.

“As pessoas que acreditam no crescimento sexual não só acreditam que podem trabalhar em seus problemas sexuais, como não estão deixando isso afetar sua satisfação no relacionamento em geral”, acrescentou Maxwell.

Reconhecer problemas sexuais
Todos os casais tendem a passar pela fase inicial de “lua de mel” do relacionamento, que dura cerca de dois a três anos. Então, há um ponto de viragem. “Sabemos que desacordos no domínio sexual são um tanto inevitáveis ao longo do tempo”, disse Maxwell. “A vida sexual é como um jardim, e precisa ser regada e nutrida”.

Curiosamente, enquanto as mulheres são tradicionalmente mais propensas a ter filosofias românticas como a ideia de “alma gêmea”, o estudo demonstrou que elas também são mais propensas a entender que o sexo precisa de esforço. Isso pode ser porque há alguma evidência de que é mais difícil para as mulheres obter satisfação sexual.

Os pesquisadores ressaltam ainda a necessidade de conselheiros e terapeutas de casal de ajudar as pessoas a resolver questões sexuais, já que tais problemas são bastante normais, especialmente entre aqueles que se agarram demais à noção de “destino sexual”.

“As crenças de destino sexual têm muitas semelhanças com outras crenças disfuncionais sobre sexo, e eu acho que é importante reconhecer e abordar isso”, concluiu Maxwell. [BigThink]

por Natasha Romanzoti
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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Gorilas lésbicas são observadas pela primeira vez na natureza


O comportamento homossexual não é nada incomum no reino animal. Mas, pela primeira vez, biólogos documentaram evidências de gorilas fêmeas na selva tendo relações sexuais.
O comportamento foi observado no Parque Nacional dos Vulcões, em Ruanda, por um pesquisador da Universidade da Austrália Ocidental (UWA). Os resultados foram publicados recentemente na publicação online PLoS ONE.

O estudo, liderado pelo Dr. Cyril Grueter, professor adjunto da Escola de Anatomia, Fisiologia e Biologia Humana da UWA, detalha como ele observou fêmeas engajando-se em “proximidade genital” e “fricção genital”, com movimentos pélvicos. Ele também observa que as gorilas estavam “proferindo vocalizações copuladoras” durante o ato. Ele ainda conseguiu capturar fotografias do ato, que até agora só havia sido observado em cativeiro.

Comportamento natural
Mas isso está longe de ser uma ocorrência única. Descobriu-se que 18 das 22 gorilas fêmeas estudadas também se envolveram em atividade sexual com outras fêmeas.
“Dado que todas estas observações vêm de grupos selvagens, e não de gorilas em cativeiro, é óbvio que a atividade homossexual é parte do comportamento natural das gorilas”, diz Grueter. “Minha impressão é que estas fêmeas obtêm prazer na interação sexual com outras fêmeas”.

Embora para nós, humanos, o prazer esteja intimamente atrelado ao ato sexual, isso entra em conflito com outras teorias, que afirmam que o comportamento homossexual em primatas é usado tanto como uma afirmação agressiva de domínio ou como uma forma de vínculo social.

Efeito pornográfico
Grueter também observou o que ele chama de um “efeito pornográfico”. Em alguns casos, ele percebeu que as fêmeas se envolvem em comportamento íntimo com o mesmo sexo pouco depois de terem testemunhado um macho adulto iniciar o sexo com outra fêmea. Isto sugere que este comportamento poderia funcionar como uma saída alternativa para a excitação sexual delas.

Alternativamente, uma outra hipótese do estudo, que, Greuter admite, não foi verificada, é que as fêmeas se engajariam nesse comportamento para diminuir a motivação da outra fêmea em ter relações sexuais com machos, a fim de garantir seu próprio sucesso reprodutivo. [I Fucking Love Science]

fonte:hypescience.com
por Jéssica Maes
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terça-feira, 19 de abril de 2016

Por que algumas pessoas têm aversão ao sexo?


Se você acha que a sua libido pode ter diminuído ou não tem mais desejo sexual, não precisa se desesperar, já que esta condição pode ser denominada como aversão ao sexo ou desejo sexual inibido e possui tratamento adequado. Pode ocorrer tanto com homens quanto com mulheres sendo suas causas variadas, mas identificando a origem do problema é possível recuperar o seu desejo sexual e sua libido.

Embora possa ser uma das atividades mais prazerosas e saudáveis, nem todas as pessoas têm um bom momento na hora do sexo. Algumas, inclusive, chegam até a rejeitar a ideia de entrar em contato íntimo com alguém. Descubra do que se trata a aversão ao sexo e o que você pode fazer para controlá-la.

De repente Pamela não aguentou mais e confessou para suas amigas que embora quisesse encontrar o amor da sua vida, não podia imaginar o fato de ter intimidade com alguém. A ideia a angustiava, pensar penetração lhe causava aversão, em ser tocada ou ter que tocar alguém.

Suas amigas ficaram boquiabertas de surpresa, nunca tinham suspeitado da situação de Pamela. No entanto, o que acontece com ela tem um nome, uma causa e um tratamento. Denomina-se aversão ao sexo ou desejo sexual inibido, e não apenas pode acontecer com as mulheres, mas também com homens.

Nem mais nem menos, a aversão ao sexo não apenas implica a falta de desejo sexual, mas também, em casos extremos, sua rejeição total. Isto pode acontecer com as pessoas sem experiência, como Pamela, ou aquelas que em alguma ocasião desfrutaram de uma sexualidade saudável, mas por algum motivo perderam o interesse.

As causas desta condição podem variar. Em geral, trata-se de situações emocionais e ideias irracionais que a pessoa tem desenvolvido ao longo da sua vida, durante a sua infância ou depois de ter tido uma experiência sexual traumática ou de ter sido vítima de abuso ou violência sexual.

Algumas condições psicológicas, como depressão e estresse excessivo podem diminuir o interesse sexual. Em alguns casais, o desejo sexual inibido é simplesmente uma desconexão com o (a) companheiro (a) e se deve também a problemas de comunicação, falta de afeto, discussões e falta de tempo para que o casal possa ficar sozinho e manter uma boa intimidade emocional.

As causas da aversão sexual também podem estar ligadas a problemas de disfunção sexual, seja no homem – como a dificuldade para conseguir ou manter a ereção ou para reter a ejaculação – ou na mulher – como dor durante a penetração ou problemas para chegar ao orgasmo.

Além disso, no caso dos homens, também pode ocorrer devido a um problema hormonal chamado hipogonadismo, que ocorre quando o homem tem um baixo nível de testosterona (que é o hormônio masculino responsável, entre outras coisas, de originar o desejo sexual, tanto em homens como em mulheres. Por isso, as alterações hormonais os membros do casal podem afetar o desejo sexual).

Por vezes, a falta de desejo sexual está associada com doenças (como diabetes, esclerose múltipla ou câncer) ou com algum medicamento que a pessoa esteja tomando para tratar algum outro aspecto da saúde, como ocorre com alguns antidepressivos que podem afetar o desejo sexual.

A boa notícia é que você pode sempre fazer algo para recuperar o seu desejo sexual. Considera-se que no momento de buscar uma solução para este problema as mulheres têm menos vergonha de falar sobre seus problemas na intimidade, especialmente após a menopausa. Mas é importante que ambos busquem ajuda.

A primeira coisa que você precisa é tentar determinar a origem do problema. Muitas vezes, é suficiente mudar de medicamentos. Outras vezes, melhorar o diálogo entre o casal e buscar espaços mais íntimos pode ser útil, assim como buscar aconselhamento psicológico ou de um terapeuta especializado em sexualidade. Em todos os casos, é importante falar sobre o tema e manter uma comunicação aberta e adulta, seja com ele ou a companheira como com o profissional que os atenda, sem verginha e com honestidade.

fonte:saudedicas.com.br
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Seis problemas que só as mulheres solteiras vão entender


Quando se é solteira, nós sempre encontramos algo de bom, mas durante essa fase da nossa vida, muitos outros problemas também começam a aparecer, certo? O importante é sempre colocar as coisas em perspectiva e aproveitar o melhor que a vida tem para oferecer. Veja quais são as situações mais comuns entre as solteiras segundo a Women’s Health Mag:

1. Ficar imaginando situações futuras com pessoas aleatórias na rua
Era uma vez, um cara realmente bonito, de olhos azuis, que coincidentemente estava passando pela rua na sua frente, ao mesmo tempo. Seus olhares se cruzaram. Vocês caminharam na mesma direção. Olharam um para o outro novamente. Ele sorriu. Você começou a imaginar quais seriam as suas primeiras palavras para ele, onde iriam se casar, onde passariam a lua de mel, como ele seria na cama. E então ele se afastou. E o sonho acabou…

2. Não ter um bom parceiro sexual com frequência
Já faz tempo que um montão de gente não tem uma boa transa com alguém. E boa parte delas não está necessariamente à espera de um namorado, mas esperando encontrar um parceiro que possa ter um sexo realmente bom, algo mais informal, nada de muito sério… Por mais que elas deem atenção para o estranho no bar na esquina da minha casa – e acreditem que ele é um rockstar na cama – a verdade é que o sujeito provavelmente não é, certo?

3. Sempre ter sobras de comida no prato
Cozinhar para uma única pessoa de fato não é uma coisa muito complicada, mas não importa o quão pouco você tente fazer, vai quase sempre ter que colocar alguma coisa de volta na geladeira. E depois, claro, você vai acabar se esquecendo de ter jogado a comida fora, uma semana depois.


4. Ficar superentediada quando você está sozinha em casa, num sábado chuvoso
Sério? Você tem medo de não fazer absolutamente nada em um final de semana inteirinho, e chuvoso? O negócio é tentar se manter o mais ocupada que conseguir quando se flagrar entediada durante um final de semana (na verdade não só durante o final de semana, mas em todos os dias da semana também). Vá para aulas de ginástica, eventos com amigos, fazer um freela, ou qualquer coisa que te distraia, nem que seja sentar na sua sala, comer pipoca, beber vinho e chorar ao assistir P.S. Eu Te Amo. Se você estiver entediada em pleno sábado, faça alguma coisa para esfriar a sua cabeça!

5. Ser a ouvinte dos problemas das suas amigas sobre os seus respectivos namorados
Eu sei que a grama é sempre mais verde do outro lado da cerca, mas às vezes é difícil de ouvir o seu amiga reclamar sobre seu namorado aparentemente perfeito ou marido, ou outros rolos.


6. Se preocupar constantemente em se tornar uma solteira chata
Você não quer ser essa pessoa que é superirritante e está sempre triste. Mais uma vez: procure algo para distrair a sua cabeça!

A verdade é que todos nós sempre vamos passar por essa fase de solteiríce aguda na nossa vida, mas o importante é saber que isso é apenas um momento da vida. Você não vai ser solteira para sempre.


fonte:https://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/seis-problemas-que-so-as-mulheres-solteiras-vao-191426193.html
Por Danilo Barba | Sexo Oposto
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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Larissa, do vôlei de praia, assume relacionamento com a também jogadora Lili

Jogadora de vôlei de praia se declarou para namorada, também atleta da modalidade, via rede social

Yahoo! Esporte Interativo - Lili Maestrini(esquerda) e Larissa se declararam publicamente, via rede social. Crédito da foto: Reprodução/ Facebook

Larissa França, que fez uma dupla de sucesso no vôlei de praia com Juliana, assumiu o namoro pela internet com Lili Maestrini, também atleta da modalidade esportiva.

Via rede social, Larissa se declarou para a namorada, dizendo que a ama cada dia mais. Lili prontamente respondeu, citando uma música amorosa de Bruno e Marrone. Esse não é o único caso de atletas assumindo a homossexualidade. Michael, do Volêi Futuro, e Martina Navratilova, jogadora de tênis, também são alguns dos atletas que já se assumiram publicamente.

fonte:http://br.esporteinterativo.yahoo.com/noticias/larissa-fran%C3%A7a-assume-relacionamento-com-lili-maestrini-143351373.html
Yahoo! Esporte Interativo
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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mulher quer licença-maternidade por parto da companheira

A agente policial da província argentina de Córdoba entende que as duas serão mães de bebê.

A agente policial da província argentina de Córdoba, Karina Villaruel, de 32 anos, pediu seis meses de licença maternidade para acompanhar o parto da sua esposa e os primeiros meses de vida do bebê, gerado a partir de inseminação artificial. Ela entende que as duas serão mães.
Villaruel argumentou que esse é, por lei, o período dado às funcionárias públicas da província que estão grávidas e ela interpreta que tem o direito por ser mulher, e mesmo não sendo quem espera o filho.

Seledad e Karina são casadas e querem ter, ambas, direitos de mãe (Foto: Arquivo Pessoal)

"Acho que vai ser importante para ela e para o bebê. Ou bebês, já que o exame mostrou que pode haver mais de um", disse por telefone.
Karina Villaruel foi uma das primeiras policiais da Argentina a se casar no papel graças à lei nacional de matrimônio igualitário. A lei nacional data de 2010 e a Argentina foi o primeiro país da América Latina a aprová-la.
Em entrevista à BBC Brasil, Villaruel contou que ela e Soledad Ortiz, de 28 anos, namoraram três meses, se casaram em fevereiro passado e em maio foi feita a inseminação.
"Para nossa alegria, ela ficou grávida logo. Ela está aqui comigo e estamos muito felizes. E acho que meu pedido à Polícia vai abrir precedente que poderá ajudar outras mulheres. Eu sou mulher e quero estar perto dela e do bebê, ou bebês", disse.
O pedido foi feito à Polícia da província de Córdoba, onde ela trabalha, e em entrevista às emissoras de televisão argentina, chefes da polícia disseram que a "solicitação está sendo avaliada a partir das leis em vigor".
"Acho que essa é uma decisão política e por isso também vamos falar com as autoridades aqui de Córdoba", afirmou a policial.
A legislação nacional prevê, no caso dos casais heterossexuais, oito dias de licença para o pai da criança e noventa dias para a mãe.
"Contratamos uma advogada e entendemos que existe um vazio legal na lei de matrimônio igualitário. E eu também quero saber o que me corresponde. Não podem me comparar com um homem, porque sou mulher, e como mulher quero acompanhar a minha senhora", afirmou.
'Mãe é quem dá à luz'
O assunto gerou polêmicas no país. O jornal La Voz del Interior, de Córdoba, publicou que a policial deveria ter "no mínimo, oito dias de licença" porque a lei provincial dias que a licença maternidade é de 180 dias e a licença por nascimento do filho de oito dias.
A advogada de Karina Villaruel, Verônica Camacho, disse à imprensa local que não tem dúvidas sobre os seis meses que corresponderiam à sua cliente. "Ela tem o direito a seis meses de licença porque apesar de a lei não falar a palavra 'mãe', são duas mães e elas têm os mesmos direitos em relação à licença, assistência e etc", afirmou.
Segundo o jornal Pagina 12, de Buenos Aires, a juíza Virginia Bertoldi de Fourcade, da Câmara da Família de Córdoba, teria interpretado que "não correspondem os 180 dias de licença para a policial já que a esposa, Soledad Ortiz, será quem dará à luz".
"Entendo que a interpretação não pode ser diferente porque mãe é quem da à luz", disse a magistrada.
A notícia da iniciativa de Villaruel foi destaque nos jornais, televisões e rádios locais durante a semana. E gerou debate nas rádios.
"Certamente é o juiz quem vai determinar qual o prazo. Sou pai e era minha senhora que levava os bebês no ventre. Então, todos os papais devem ter 180 dias ou será uma discriminação aos pais policiais heterossexuais", disse o comunicador da rádio Cadena 3, de Córdoba.
"Mas eu também sou mãe e quero saber quanto tempo me corresponde para estar perto do meu filho", respondeu a policial.
O jornal La Voz del Interior publicou uma enquete em seu site para saber a opinião dos leitores. A iniciativa gera dúvidas. Mas não abalou planos da policial e sua esposa.
"Se forem meninos vão se chamar Nazareno Adriel Villarroel e Bastián Fabrício e se forem mulheres queremos Azul e Briana Micaela", disse Karina Villaruel.

fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/07/mulher-quer-licenca-maternidade-por-parto-da-companheira.html
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sexta-feira, 28 de junho de 2013

'Jamais irá passar', diz Feliciano em Valinhos sobre projeto da 'cura gay'

Para o deputado, "lobby" GLBT e protestos influenciarão o Congresso.
Durante culto, 20 manifestantes protestaram em frente à igreja da cidade.

Para deputado, Congresso recuou após pressão popular (Foto: Erick Julio / G1 )

“Esse projeto já nasceu morto. Na comissão ele foi aprovado, mas eu sei que ele jamais irá passar no Congresso”, disse o deputado federal Marco Feliciano (PSC) sobre o projeto conhecido como "cura gay" em um culto realizado em Valinhos (SP), nesta quinta-feira (27). O parlamentar chegou à igreja por volta das 21h30 e com ele um grupo de 20 manifestantes que gritavam "fora Feliciano", "me cura" e "ele não nos representa".
Antes da chegada de Feliciano, 12 homens da Polícia Militar prepararam um cordão de isolamento para separar os manifestantes da entrada da igreja. “Não estamos aqui para ofender a religião deles. Estamos aqui para protestar contra o deputado e esse projeto homofóbico. Se ele estivesse em uma praça seria da mesma forma”, disse a professora Rosângela Paes.

Para evitar que os gritos atrapalhassem o culto, fiéis fechavam as portas de vidros na entrada da igreja, no entanto, ao ser aberta para alguém passar, os manifestantes aproveitavam para gritar contra o deputado. “Esse tipo de conduta não condiz com uma Comissão de Direitos Humanos. Esse ato é em repudio a isso. Que ele se retire da comissão”, criticou o biólogo Augusto Spadaccia.

‘Fenômeno comportamental’
Ao fim do culto, Feliciano defendeu o direito de todos protestarem, mas rebateu as críticas dos manifestantes em frente à igreja. “O movimento de rua é legítimo. É a juventude brasileira mostrando a cara, mas contra mim é sempre o mesmo grupo. Eu não falei que homosexualismo é uma doença, e sim um fenômeno comportamental. Aqui na igreja tinha mil pessoas, lá tinha uns oito dizendo que eu não os represento e não represento mesmo. Eu represento quem votou em mim, e estava aqui dentro. Não vou renunciar jamais”, revela.

Durante culto em Valinhos, grupo protestou contra o deputado e a 'Cura Gay' (Foto: Erick Julio / G1)

Protestos e lobby dos partidos
Para o deputado federal, as várias manifestações pelo país influenciaram a Câmara dos Deputados no projeto da ‘cura gay’ e outras matérias em destaque. “Todas essas manifestações fizeram o Congresso recuar. A PEC 37 estava aprovada há 15 dias. De repente veio a manifestação popular e matou o projeto”, diz.
A pressão da população foi usada pelos movimentos contrários à ‘cura gay’, segundo Feliciano. “O projeto deveria ir para a Comissão de Seguridade Social e Família e Comissão de Constituição e Justiça, mas não seria aprovado porque a militância do movimento GLBT foi muito inteligente, aproveitou o momento e entrou no meio da multidão. Eles pensam que é um clamor nacional, mas não”, critica.
Ainda segundo o parlamentar a pressão popular influenciou alguns partidos, tanto da base como da oposição. “Há um lobby em cima e é muito grande, que tem a benção do PT, do PSDB, e do PSOL, com isso esses partidos ficam fortes. A bancada evangélica não é só um partido, são diversos”, diz.

fonte:http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2013/06/jamais-ira-passar-diz-feliciano-em-valinhos-sobre-projeto-da-cura-gay.html
Erick Julio - Do G1 Campinas e Região
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terça-feira, 25 de junho de 2013

Mara Maravilha defende Feliciano e critica gays

Cantora, que é evangélica,afirmou "não achar bonito" casais homossexuais

"Eu, particularmente, gosto muito do pastor Marco Feliciano e o respeito muito", disse Mara Maravilha em programa de TV

Mara Maravilha esteve no programa Morning Show, da Rede TV!, na manhã de segunda-feira, e defendeu o pastor e deputado federal Marco Feliciano, autor do projeto conhecido como "cura gay". "Muitos pensam igual ao pastor Feliciano. Eu, particularmente, gosto muito do pastor Marco Feliciano e o respeito muito. E, assim como ele, eu e todos nós podemos ter as nossas opiniões. Você tem que respeitar o gay e tem que respeitar também a opinião de quem não pensa como o gay", disse a cantora, que é evangélica.

"Têm muitos pais, muitas mães, muitas pessoas que não concordam com essa aberração. Eu não acho bonito nem um homem e uma mulher ficarem se atracando, esse tipo de coisa é particular. Imaginem duas mulheres, dois homens, em público? Eu não acho bonito. Agora, se acontecer de eu presenciar uma cena destas, se estiver me incomodando, eu não vou fazer baixaria, eu me retiro”, afirmou.

Mara ainda continuou: "Eu conheço muitos homossexuais que querem a cura, que queriam viver livre disso. Mas, isso é de cada um. Essa discussão tem um outro lado também. Nós, que não concordamos com muitos comportamentos, estamos sendo vítimas de preconceito. Eu não concordo com essa aberração. Eu não estou falando de forma generalizada. Estou falando dessas pessoas que pensam em dar um beijo na boca da companheira, porque vai se promover com essa causa."

Com a repercussão da entrevista, Mara usou o Twitter para comentar a polêmica. "O justo não se justifica... Não faço acepção de pessoas... Vai tudo bem", escreveu.

fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2013/06/24/internas_viver,446746/mara-maravilha-defende-feliciano-e-critica-gays.shtml
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sexta-feira, 7 de junho de 2013

“Chora capeta”, diz Pr. Silas Malafaia referente às palavras de Jean Wyllys quanto a manifestação dos Evangélicos


O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) publicou em seu Twitter diversas críticas à manifestação pacífica realizada em Brasília na tarde de ontem, com organização do pastor Silas Malafaia.

De acordo com Wyllys, a manifestação teria sido um “fracasso retumbante”, e ironizou o fato de que os manifestantes só compareceram devido à oferta de lanches e ônibus gratuitos.

“1. A caminho de um encontro com o ministro da Saúde, passei pela manifestação dos fundamentalistas na esplanada dos ministérios. Um fiasco! 2. Fora as exortações, aos berros, contra o ‘homossexualismo’, nada está sendo apresentado em termos de propostas para um país plural. 3. A quantidade de gente está abaixo da prometida, apesar dos ônibus e dos lanches pagos! Um fiasco em relação ao que foi prometido! 4. O Correio [Braziliense] contabilizou 8 mil pessoas na manifestação na Esplanada. Já o Globo, 40 mil. Bom, ainda muito longe dos 500 mil prometidos…”, escreveu Wyllys.

Segundo o deputado federal, “o fracasso se deu porque prometeu 500 mil pessoas num evento fascista e homofóbico e só reuniu, com lanche e ônibus pagos, 40 mil”.

O pastor Silas Malafaia, bem ao seu estilo, rebateu as declarações do ex-BBB: “A última manifestação gay em Brasília durante a semana foi contra a homofobia.Total de participantes 3 mil pessoas. Querem falar o quê? Kkkk. Qual grupo social que leva uma multidão em dia de semana? Só os cristãos. Estamos rindo kkkkkkkkkk Chora capeta e ímpios também. Nós kkkkkkkkk”, escreveu o pastor em seu perfil no Twitter.

Malafaia, que durante os preparativos para a manifestação afirmou que o evento seria a maior mobilização social desde a série de comícios conhecida como “Diretas Já”, realizada em 1984 a favor do voto direto nas eleições, voltou a dizer que o evento foi o segundo maior nos últimos 29 anos: “Chora capeta, segunda maior manifestação em Brasília. Só perdemos para as diretas já, que na época foi ponto facultativo”.

O pastor ainda ressaltou que o evento não contou com ajuda financeira governamental, numa clara alusão à Parada Gay em São Paulo, que somente da prefeitura da cidade, recebeu verbas de R$ 1,6 milhão em 2013: “Nenhum centavo de governo nenhum. Todos os cantores não receberam um centavo. Simplesmente idealismo. Chora capeta e ímpios também, estamos rindo. Parabéns a toda liderança evangélica, e a todo povo de Deus que estava em Brasília. Simplesmente seeeensaaaaaciooonnnaaal! A Deus seja a gloria”.

Jean Wyllys e os ensinamentos de Jesus

Numa entrevista recente à revista Trip, o deputado Jean Wyllys afirmou que sua postura a respeito das críticas sofridas por lideranças evangélicas é fruto dos ensinamentos de Jesus, que ele afirma ter assimilado.

“Posso garantir que minha atitude não é produto de ioga nem de psicanálise. Mas ela talvez seja fruto das marcas do cristianismo em meu caráter, da imitação de Jesus Cristo. Com Ele, aprendi a ser um doce bárbaro: oferecer a outra face diante da violência física do oponente e atacá-lo com a violência das palavras, das metáforas, das parábolas; com Ele, aprendi a ter consciência do conflito e a aceitar o fato de que ele é inevitável, o que leva qualquer pessoa de bom senso a estar sempre preparada; com Jesus, aprendi a conjugar inteligência e conhecimento com intuição e amor”, disse Wyllys.

Gospel+
fonte:http://www.adiberj.org/portal/2013/06/06/chora-capeta-diz-pr-silas-malafaia-referente-as-palavras-de-jean-wyllys-quanto-a-manifestacao-dos-evangelicos
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