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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

WhatsApp: golpe com falsa promoção do Walmart tem mais de 1,5 milhão de afetados; aprenda a se prevenir

© Foto: AFP/Getty

Nomes como Burger King e Walmart Brasil estão sendo usados por criminosos para atacar usuários de WhatsaApp. Ao se passar por empresas citadas, os golpistas criam falsos cupons de descontos e demais promoções para enviar pessoas a sites maliciosos.

No caso do Walmart Brasil, que foi identificado no final de 2017, os criminosos utilizaram o nome da empresa e criaram uma suposta promoção que prometia R$40 mil em prêmios. E o problema se ampliou rapidamente: foram 184 mil cliques em três horas de circulação dessa campanha, de acordo com a empresa de segurança Kaspersky.

“Golpes como este são bem similares com os que já alertamos anteriormente, como os casos do Uber, Nespresso, falso bônus de R$15″, alerta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab. “Por ser uma ferramenta que espalha a mensagem para muitas pessoas e em um tempo curto, acaba sendo o melhor meio de para os cibercriminosos disseminarem campanhas maliciosas.”

O golpe funciona como uma grande rede de propagação em que, ao clicar no link recebido, o usuário é levado para um site que pede para que a mensagem seja compartilhada com mais amigos, para assim, ganhar os R$40 mil em prêmios. De acordo com Assolini, um dos endereços na internet criados para a campanha contava com um link encurtado que teve 739 mil acessos em menos de 24 horas. Outro endereço chegava a 835 mil registros em 30 horas – totalizando mais de 1,5 milhão.

Para se proteger, a Kaspersky lista as seguintes dicas:

• Desconfie de links recebidos: mesmo que a conversa não seja com um desconhecido, é preciso duvidar da veracidade da mensagem, ainda mais se inclui uma promoção; procure sempre confirmar no site oficial da empresa qualquer informação.

• Tenha uma solução de segurança robusta no seu celular e outros dispositivos: usar um software, como o Kaspersky Internet Security, que irá bloquear o acesso aos sites maliciosos, scripts que tentam alterar seu roteador e assim você terá uma navegação mais tranquila.

• Privacidade: é importante saber quais permissões o aplicativo que você baixou ou solicitou. Recentemente, a Kaspersky Lab descobriu casos de apps que pediam acesso a lista de contatos dos usuários sem necessidade.

• Cuidado com o mouse: nunca clique em links de e-mails suspeitos, banners em sites ou acesse sites desconhecidos. Quando você tiver que visitar um banco online ou uma loja de varejo, digite manualmente o URL em vez de clicar em um link.

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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Pela tomada e veloz, internet do futuro é testada nos EUA

© Divulgação Internet com distribuição pela rede elétrica AirGig, em testes pela AT&T

São Paulo – Qual seria a conexão à internet dos seus sonhos? Que tal chegando por meio da rede elétrica e com velocidade de até 1 gigabit por segundo?

A operadora AT&T começou testes com esse perfil no estado da Geórgia, nos Estados Unidos. O produto foi batizado de AirGig. Ainda em caráter de testes, essa conexão está disponível em uma área bastante restrita do estado americano.

Os benefícios seriam especialmente atraentes para moradores de áreas remotas. Com a transmissão por rede elétrica e alta velocidade, a AirGig (e seu conceito) pode ser a solução para quem tem acesso restrito.

Chegar pela rede elétrica, por exemplo, facilitaria ao derrubar a necessidade de criação e desenvolvimento de infraestrutura para locais afastados.

A empresa espera que os testes indiquem uma solução que poderá ser aplicada no futuro. “Nós esperamos que em algum dia não será mais preciso construir novas torres ou enterrar novos cabos em locais próximos a linhas elétricas no ar”, diz a empresa em comunicado.

fonte
por Victor Caputo
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

WhatsApp vai mudar uma de suas formas de enviar mensagens

© Shutterstock InfoMoney

SÃO PAULO - O botão para gravação e envio de áudios no WhatsApp deve passar por uma mudança em breve. Segundo o WABetaInfo, a mudança na ferramenta deve permitir que o usuário envie áudios sem precisar segurar um botão durante todo o tempo de gravação.

Com a atualização, a gravação será iniciada com um toque e finalizada com outro toque. Durante todo o tempo de gravação será mostrado um slide que permitirá o cancelamento do envio a qualquer momento. A tela do celular ficará bloqueada durante o período de gravação.

O novo recurso deve estar em atualizações disponíveis nos próximos meses.

fonte
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terça-feira, 25 de julho de 2017

WhatsApp: app agora permite fixar grupos e contatos no topo da lista de conversas

© Photo via Visualhunt WhatsApp: app agora permite fixar grupos e contatos no topo da lista de conversas

O WhatsApp recebeu uma nova função: agora, é possível fixar contatos e grupos no topo da lista de Conversas. O recurso permite, somente, que três delas sejam fixadas – mas já ajuda quem entra em contato com frequência com pessoas ou coletivos específicos.

Para fixar (ou pinnar) as conversas no topo da tela, o procedimento simples – tanto no Android como no iPhone. No sistema do robozinho verde, basta apertar a conversa e segurar. Aparecerá um símbolo de alfinete na parte de cima do aplicativo. Aí, deve-se clicar sobre ele.

No iOS, depois de escolher a conversa que deseja fixar, deve-se arrastá-la para a direita. Aparecerá a opção Fixar. Veja abaixo o passo a passo em ambos os sistemas.

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sábado, 3 de junho de 2017

Adobe lança app grátis que transforma seu celular em um scanner de documentos


A Adobe lançou um novo aplicativo que pode tirar fotografias de documentos em papel e transformá-los em PDFs no seu celular, sem necessidade de um scanner.

O app é gratuito e usa o que a Adobe chama de “tecnologia avançada de processamento de imagem” alimentada pelo Sensei, o braço de inteligência artificial e aprendizagem de máquina da companhia.

O Adobe Scan não é o primeiro aplicativo de digitalização de documentos – TurboScan e CamScanner existem há anos. A diferença, segundo a empresa, é o elemento de aprendizado de máquina incorporado ao seu app. Além disso, ele tem o benefício adicional de se conectar diretamente a serviços preexistentes da Adobe.
10 alternativas gratuitas para softwares caros

Como funciona
Uma vez que seu documento é digitalizado, o aplicativo transforma a imagem em texto digital pesquisável.

Você pode destacá-lo, anotá-lo e editá-lo, bem como carregá-lo para o Adobe Document Cloud para que possa acessá-lo em uma área de trabalho de um laptop, por exemplo. No entanto, para poder mexer no PDF usando o seu smartphone, é preciso baixar o aplicativo Adobe Acrobat, que também é gratuito.

Confira um vídeo do Adobe Scan em ação:



Faça o download do app para dispositivos Android ou iOS.

Teste
Eu já usava o CamScanner, e considerava o aplicativo muito útil. Baixei o Adobe Scan para fazer uma comparação, e gostei bastante também.

O Adobe Scan digitaliza os documentos automaticamente, identificando e cortando exatamente a página que você deseja. Fiz o teste com a capa do livro “Cem Anos de Solidão”, do García Marquez, que estou lendo no momento:


Você também pode selecionar manualmente o que quer escanear. O CamScanner faz igualmente uma pré-seleção do documento, permitindo que você escolha manualmente o que quer digitalizar, mas não inicia o processo sozinho. Ambos permitem que você salve o PDF e o compartilhe via e-mail ou outras plataformas, mas o Adobe Scan faz a ligação com o Document Cloud e com o Acrobat também – o que permite sua edição.

A qualidade do PDF é muito boa.

PhotoScan
O Adobe Scan é semelhante a um aplicativo que o Google lançou em novembro do ano passado, chamado PhotoScan.

Esse app digitaliza fotos físicas, removendo o brilho. As imagens são então carregadas na sua biblioteca Google para que você possa acessá-las no celular e na área de trabalho.

Enquanto os aplicativos fazem coisas ligeiramente diferentes, eles têm o mesmo objetivo: garantir que você nunca mais precise de um scanner. [BusinessInsider]

fonte
por Natasha Romanzoti
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Deputado quer erradicar o vício em masturbação

Marcelo Aguiar (DEM-SP) apresentou um projeto para obrigar as operadores de internet a bloquearem conteúdo pornográfico para crianças e adolescentes

Deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP) (Saulo Cruz/Câmara dos Deputados)

Defensor dos valores da “família tradicional brasileira”, o deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP) quer combater o vício em masturbação. Para isso, luta para aprovar na Câmara um projeto de sua autoria que obriga operadoras de internet a bloquear “automaticamente” o acesso a pornografia gratuita por parte de crianças e adolescentes. Conforme escreveu na justificativa do PL 6.449/2016, a medida pretende evitar que os jovens se tornem “autossexuais, pessoas para quem o prazer com sexo solitário é maior do que o proporcionado pelo método, digamos, tradicional”.

O projeto foi apresentado em 9 de novembro de 2016, mesmo dia em que Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos, e passou despercebido pela imprensa, que decidiu repercuti-lo nesta quarta-feira. O deputado, de 43 anos, que fez carreira como ator e cantor sertanejo em novela da TV Record e depois como artista gospel da Igreja Renascer em Cristo, é bastante engajado em assuntos caros à bancada evangélica e ligados à cibersegurança. Em seu site, instrui pais a processarem escolas e professores que ensinam ideologia de gênero nas aulas e defende a isenção de IPTU para as igrejas. Membro titular da comissão de Ciência e Tecnologia, ele representou a Câmara em viagem a Israel na Conferência Internacional de Segurança Nacional e Cibersegurança, em novembro de 2016.

Em entrevista ao site de VEJA, Marcelo Aguiar comparou o vício em pornografia à dependência de drogas e fez questão de dizer que não é contra a masturbação — “algo natural do corpo de cada um” —, mas que o vício nela é um problema de saúde pública. Confira a entrevista.

O senhor pode explicar melhor o que pretende com o PL 6.449/2016?

Fizeram uma interpretação errada do projeto. Tentaram distorcer como se eu quisesse intervir naquilo que são opções ou determinação natural do corpo de cada um. O projeto traz na verdade uma preocupação com crianças e adolescentes. Não é com a prática de a pessoa se masturbar ou não.

Cada um faz com o seu corpo o que bem entende. Só coloquei uma conotação de especialistas que se preocupam com o futuro do país. Não estou aqui para discutir masturbação, mas uma forma de prisão desses sites pornográficos e o acesso tão fácil a esse tipo de conteúdo, que está entrando na vida das crianças. Daqui a pouco os viciados nisso serão um problema de saúde pública. E por isso decidi trazer esse tema para dentro do Congresso.

Como assim? O senhor quer acabar com a pornografia na internet?

A pessoa que é viciada em pornografia precisa fazer um tratamento absurdo. Já tem crianças viciadas hoje em sexo virtual, em pornografia. O projeto, na verdade, surgiu para trazer a sociedade para o debate. Para que as operadoras possam ajudar a população e a família brasileira a ter um dispositivo, uma ferramenta muita mais eficaz de controle na nossa mão.

Mas restringir conteúdo pornográfico na internet é uma questão muito ampla. Tem como citar um exemplo de dispositivo aplicado em outros países?

Eu não sou o dono da verdade. Eu não tenho a solução para todos os problemas. Eu sei que o diálogo nesse sentido é mundial, talvez com outro nome: viciados em telefones, gente que não consegue largar o aparelho. Nós estamos falando de conteúdo que hoje mais arrecada dinheiro no mundo. Já que eles querem colocar isso no mercado então eles vão ser obrigados a cuidar dessas pessoas viciadas que eles estão criando. De forma tributária… Temos que ter recurso financeiro para que essas crianças, presas ao vício, que podem até não conseguir constituir família. Se nós não discutirmos isso agora, nós vamos ter problemas no futuro.

O senhor cita no seu projeto “jovens autossexuais”. Pode explicar melhor o termo?

São pessoas que só se relacionam com a máquina e têm um problema psicológico grande. Tem gente que não consegue se relacionar com outra. Cientificamente, psicólogos estão usando essa expressão. Não estou querendo discutir se o camarada se masturba ou não. A masturbação foi citada apenas para dar o entendimento de que a pessoa pode não conseguir se relacionar com outra de forma tradicional ou saudável por causa da pornografia.

O senhor, então, vê a pornografia como um problema?

Não vejo como um problema. Aquele que compra o seu pacote na internet e é maior de idade é responsável por seus atos. Agora não posso permitir que crianças, que não têm entendimento, tenham acesso e se transformem em pessoas altamente presas a uma máquina que destrói as suas vidas. A pessoa que vai para o caminho da droga geralmente começa no álcool… Já tem clínica para a pessoa se desvincular do aparelho telefônico. As famílias não se relacionam mais. O que eu estou falando é dar uma opção para os pais e educadores uma educação mais rígida na internet para que possam dizer: ‘Meu filho, na minha casa, não vai ter acesso a essas coisas’.

Por Eduardo Gonçalves
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domingo, 1 de janeiro de 2017

Nelson Vasconcelos: 2017 com saúde para dar e vender

O destaque, deste 2016 tão atribulado no mundinho da tecnologia, fica por conta do peso cada vez maior das redes sociais sobre as relações humanas, aquelas antigas, em carne e osso


Rio - E lá se vai mais um ano. O destaque, deste 2016 tão atribulado no mundinho da tecnologia, fica por conta do peso cada vez maior das redes sociais sobre as relações humanas, aquelas antigas, em carne e osso. Parece que nunca fomos tão radicais na defesa das nossas ideias – para o bem e para o mal. Isso não tem mostrado bons resultados, porque o argumento virulento está ganhando as ruas, frequentemente descambando para a violência mais insana. A intolerância mata.

A nossa questão, aqui, é que inúmeros debates e inimizades via redes sociais (principalmente, no Facebook) foram baseados em notícias falsas e replicadas mundo afora sem a devida responsabilidade. A mentira também mata.

É para evitar que a desinformação continue crescente que o Facebook e a Google estão à frente de uma batalha para contra as notícias falsas. O problema é que elas não são empresas de mídia, não produzem qualquer informação; elas apenas deixam que seus usuários transmitam quase qualquer coisa, sem qualquer critério. Mal comparando, é como se culpássemos uma operadora de telefonia por eventuais ameaças de morte feitas numa chamada via telefone.

De qualquer maneira, as duas empresas estão investindo pesadamente na criação de sistemas capazes de, na medida do possível, checar o conteúdo dos posts e a origem das notícias. É uma tarefa gigante, considerando que existem milhões de fontes que só pretendem mesmo disseminar a desinformação. Basta dizer que, nas eleições dos EUA deste ano, as notícias falsas tiveram mais alcance do que as verdadeiras. Não pode.

A solução para essa enxurrada de mentiras está em cada usuário. Responsabilidade é a palavra-chave. Por mais que você concorde com o que parece ser uma “verdade verdadeira”, o melhor a fazer é checar se a sua fonte não está inventando lorotas para sair ganhando em cima da inocência generalizada. Não seja manipulado por mentiras. Este é o recado.

De quebra, vamos comemorar. Esta coluna agradece a todos os leitores pelos e-mails e palavras gentis. O carinho é recíproco. Pelo que dizem, 2016 não foi um ano fácil. Fica aqui a torcida para que 2017 seja um pouco melhor. A gente merece.

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

WhatsApp deixa de funcionar em alguns aparelhos

Modelos e sistemas antigos, que caíram em desuso, não conseguirão mais utilizar o serviço de mensagens.

Modelos antigos não terão mais o WhatsApp (Dado Ruvic/Reuters/VEJA/VEJA)

O serviço de mensagens WhatsApp vai parar de funcionar em alguns modelos antigos em 2017. Em outras palavras, só poderá ser usado até sábado, dia 31 de dezembro, em modelos que rodam Android 2.1 ou 2.2, Windows Phone 7 e iPhone 3GS/iOS6 – sistemas que já caíram em desuso.

No fim de junho junho de 2017, o WhatsApp deixará de funcionar também no Blackberry OS, Blackberry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

WhatsApp lança chamadas de vídeo!


O WhatsApp acaba de lançar oficialmente chamadas de vídeo para seus mais de 1 bilhão de usuários em todo o mundo em iOS, Android e Windows Phone. A novidade do aplicativo de bate-papo do Facebook acontece depois de uma série de relatos de pessoas que recentemente descobriram que o recurso foi ativado em versões beta do WhatsApp no ​​Android e no Windows Phone – uma indicação de que um lançamento público estava no horizonte.

Para usar o novo recurso, os usuários do WhatsApp podem clicar no botão de chamada no canto superior direito de uma conversa, o que exibirá uma mensagem sobreposta perguntando se você deseja fazer uma chamada de voz ou vídeo para o amigo ou membro da família com quem está conversando. Para iniciar a chamada de vídeo, basta selecionar a opção “vídeo chamada” nesta tela.

Durante a chamada em si, você pode alternar entre a câmera frontal e a câmera traseira, silenciar a chamada ou pressionar o botão vermelho para desligar. Parece que a interface do usuário varia ligeiramente no Android e no iPhone em termos de onde a imagem é recebida, assim como o tamanho dos botões, a programação e o posicionamento.

O WhatsApp já oferece suporte a vários recursos padrão para aplicativos de comunicação, incluindo mensagens de grupo e chamadas de voz. Mas a empresa diz que a chamada de vídeo continua sendo uma das principais solicitações dos usuários.

Com a chamada de vídeo, o WhatsApp está tirando o atraso em relação a vários rivais, incluindo o aplicativo Messenger do Facebook, por exemplo, além do Skype, o FaceTime da Apple, Viber, LINE e o Duo, lançado recentemente pelo Google, para citar apenas alguns.
Vídeo para todos

Embora seja um participante tardio, o WhatsApp possui uma enorme base de usuários, e a adição do recurso de vídeo pode evitar que eles escapem para outras plataformas de mensagens e chamadas. Além disso, o WhatsApp promove o suporte a plataformas cruzadas como uma das razões para que os usuários escolham usar as chamadas de vídeo do aplicativo.

“Queremos disponibilizar esses recursos a todos, não apenas a aqueles que podem pagar os novos telefones mais caros ou viver em países com as melhores redes de celulares”, disse a empresa em seu anúncio oficial.

Isso é uma mensagem bem direta para aplicativos como o FaceTime, que só funciona em dispositivos da Apple, bem como novos programas, como o Google Duo, que só é executado em versões posteriores do iOS e Android (Jelly Bean ou iOS 9 e acima).

No entanto, talvez você não veja imediatamente chamadas de vídeo no WhatsApp. Os vídeos até agora são encenados, o que significa que o recurso chegará ao longo dos próximos dias, uma vez que atinge toda a base de usuários do WhatsApp.

Chamadas de vídeo não são a única nova adição do Whatsapp. A empresa também lançou dois fatores de autenticação em algumas de suas versões beta, sugerindo que seu próximo grande lançamento poderia ser uma atualização focada em segurança. [Tech Crunch, Engadget]

por Jéssica Maes
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Chamada de vídeo no WhatsApp pode ser armadilha para usuários de iPhone

Até o momento, apenas aparelhos com o sistema Android receberam a atualização

Rio - A ansiedade por atualizações em aplicativos pode tornar o usuário mais vulnerável a invasões de hackers. Donos de iPhones vem recebendo um falso link para ativar o recurso de chamada de vídeo. O alerta feito por pesquisadores de segurança da Kaspersky Lab nesta quinta-feira, apontou o usuário do IOS como principal vítima da nova ameaça. Até o momento, só aparelhos Android têm o recurso disponível.

WhatsApp ainda não liberou o recurso de chamadas de vídeo para o iPhone - Divulgação

A campanha falsa encaminha um link que, quando acessado, solicita que a vítima o compartilhe com pelo menos três grupos ou dez contatos no Whatsapp. Ao completar essa etapa, o dono do aparelho vai ser direcionado para a instalação de softwares de origem duvidosa.

"Essa não é a primeira campanha maliciosa no WhatsApp que promete esse recurso”, afirma Fabio Assolini, analista de segurança da Kaspersky Lab Brasil, “Como agora o recurso está disponível oficialmente para usuários do Android, cibercriminosos estão aproveitando o interesse pelo recurso para enganar mais vítimas e assim lhes causar prejuízo”, completa o analista.

A maioria dos softwares oferecidos são programas de otimização do aparelho, navegadores e jogos. Outros caminhos levam o usuário a páginas com serviços premium em que, caso informe o seu número, será cadastrado em serviços de SMS que cobram valores semanais descontados de sua conta, ou de seus créditos.

“Voce ja pode conversar e ver seu amigo pela nova funcao WEBCAM no WhastApp Ative Agora/Funcionou perfeitamente aqui, mais a qualidade fica melhor com Wifi”, diz a mensagem. De acordo com especialistas, o usuários deve ficar ligado a erros de ortografia, que são fortes indicios de uma possível fraude.

Segundo os especialistas do Kaspersky, quem estiver interessado no novo recurso do aplicativo, deve aguardar até que a atualização oficial do desenvolvedor seja disponibilizada.

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

WhatsApp compartilha dados com Facebook mesmo que você não queira


Na semana passada o WhatsApp modificou os seus termos de privacidade e passou a compartilhar alguns dados com o Facebook. Entre esses dados, está o número do celular do WhatsApp, que seria usado no Facebook estudar o comportamento dos usuários e possivelmente para fins comerciais.

Diante da situação controversa, até mesmo um tutorial sobre como atualizar o WhatsApp e não entregar seus dados para o Facebook foi formulado. Entretanto, parece que nem mesmo seguindo o passo a passo as suas informações estarão livres das "garras" de Mark Zuckerberg. Ao menos é isso que indica o site AntiMedia, que analisou cuidadosamente os novos termos e até mesmo a página de perguntas frequentes do WhatsApp.

Por mais que você siga o tutorial muito bem explicado na página do WhatsApp, uma mensagem deixa claro que até mesmo isso não vai evitar que suas informações sejam compartilhadas com a rede social.

imagem: www.thehindu.com
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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Acesso à internet é direito humano básico


Dizem que as últimas gerações passam muito tempo na internet, mas é inegável que a rede mundial de computadores tornou-se uma parte importante da vida cotidiana de boa parte das pessoas em todo o mundo. Tanto é assim que, agora, privar alguém de ter acesso à internet é uma violação dos direitos humanos.

O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas aprovou uma resolução não vinculativa em junho que condena os países que intencionalmente tiram ou interrompem o acesso à internet dos seus cidadãos.

A resolução foi aprovada na semana passada, mas foi contestada por países como a Rússia, China, Arábia Saudita, África do Sul e Índia. O problema foi com a passagem que “condena inequivocamente medidas para prevenir ou interromper o acesso à nossa divulgação de informações online intencionalmente”. Mais de 70 estados apoiaram as resoluções, de acordo com um comunicado divulgado pelo Artigo 19, uma organização britânica que trabalha para promover a liberdade de expressão e informação.

Thomas Hughes, diretor executivo do artigo 19, escreveu: “Estamos desapontados que as democracias como África do Sul, Indonésia e Índia, que votaram a favor destas alterações hostis para enfraquecer a proteção da liberdade de expressão online. Uma abordagem baseada nos direitos humanos para fornecer e expandir o acesso à internet, com base nas existentes obrigações internacionais de direitos humanos que os estados possuem, é essencial para a realização da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, e nenhum estado deve tentar desacelerar isso”.
Acesso à educação

A resolução observa o que muitos de nós já sabemos: é importante aumentar o acesso à internet, uma vez que isso “facilita vastas oportunidades para a educação acessível e inclusiva globalmente”, ou oferece outros recursos para a educação, especialmente através da partilha digital. De acordo com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, a organização também reconheceu que a propagação da tecnologia tem o “grande potencial de acelerar o progresso humano”.

A internet nos torna mais inteligentes ou mais burros?

Está tudo aqui: nossas notícias, ofertas de emprego e declarações de cartão de crédito. Tornou-se impossível viver sem acesso básico à Internet.

A resolução também destaca uma série de questões que precisam ser abordadas, incluindo a questão da liberdade de expressão na internet. Também entre as metas apresentadas estão:

Convocar todos os Estados para responderem às preocupações de segurança de “uma forma que garanta a liberdade e a segurança na internet”;
Garantir a responsabilização por todas as violações dos direitos humanos e abusos cometidos contra as pessoas por exercerem seus direitos humanos;
Reconhecer que a privacidade online é importante;
Salientar a importância da educação para mulheres e meninas em áreas tecnológicas relevantes.

Fomentando a discussão
A ONU não pode impor resoluções legalmente. Em vez disso, elas são emitidas para fornecer orientações para as nações participantes e para colocar pressão sobre as que podem ter opiniões divergentes. Estas são afirmações apenas gerais sobre como os governos devem moldar as leis quando se trata da internet. É claramente uma boa coisa que esta resolução exista, mesmo que ela pouco faça além de preencher alguns pedaços de papel digital.

O próximo passo é que os países iniciem a resolução de problemas de forma ativa, incluindo leis relativas à liberdade de expressão e evitando que esses direitos sejam abusados para espalhar a violência, ideais terroristas e assédio. Quanto mais discutirmos os problemas que vêm junto com o reinado livre da internet, melhor é. [Gizmodo]

por Jéssica Maes
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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Não caia no golpe: WhatsApp Gold não existe


Não são poucos os golpes que circulam no WhatsApp, e a aplicação recentemente ganhou mais um. Desta vez, trata-se de um «convite» para aceder a uma suposta versão «Gold» ou «Golden», que só seria acessível para celebridades.

O convite promete que a versão especial do WhatsApp tem recursos exclusivos. Alguns deles seriam chamadas de vídeo, a possibilidade de enviar até 100 imagens de uma só vez e uma função para apagar mensagens mesmo depois de tê-las enviado, segundo o Metro.

A mensagem, obviamente, também traz um link por meio do qual seria possível baixar essa versão premium do WhatsApp. No entanto, essa versão não existe. O link, na verdade, leva para um site que baixa malware - arquivos nocivos - para o smartphone da vítima. Através desses arquivos, hackers conseguem espiar a sua navegação e roubar os seus dados.

De acordo com o Metro, o texto da mensagem começa com: «Hey Finally Secret Whatsapp golden version has been leaked, This version is used only by big celebrities. Now we can use it too.» Por enquanto ele só foi encontrado em dispositivos Android.

Se receber alguma mensagem desse tipo, exclua-a imediatamente e NÃO CLIQUE NO LINK. Vale a pena também avisar, por outro meio, a pessoa que lhe enviou a mensagem, para que ela saiba que o aparelho dela está a distribuir malware.

Caso já tenha clicado no link, é possível remover os arquivos nocivos do aparelho. Para isso, é necessário desligar o dispositivo e reiniciá-lo em modo de segurança - um procedimento que é diferente para cada modelo de smartphone.

Ao reiniciar o telemóvel em modo de segurança, utilize o gestor de dispositivos para encontrar a aplicação nociva e removê-la. O meio mais fácil de identificá-lo é pela data de instalação (que será a mesma data em que clicou no link). Após remover o malware, reinicie o dispositivo normalmente para verificar se o procedimento deu certo.

fonte:diariodigital.sapo.pt
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terça-feira, 26 de abril de 2016

YouTube terá novo formato de anúncios de apenas 6 segundos


O Google anunciou um novo formato de anúncio para seu serviço de streaming de vídeo, o "Bumper Ads". Agora, os anunciantes poderão utilizar o novo formato para criarem campanhas de apenas 6 segundos no YouTube. Diferente dos anúncios tradicionais do site, que podem ser pulados após 5 segundos, o "Bumper Ads" não permitirá que os usuários interrompam os vídeos. Sendo assim, será necessário assistir ao vídeo publicitário inteiro antes de reproduzir o vídeo escolhido. Este novo formato estará disponível, a partir de maio, para todos os anunciantes. De acordo com o Google, o formato é ideal para dispositivos móveis e apresentou um bom desempenho nos testes, com aumento considerável nas métricas como recall e awareness.

Com o "Bumper Ads", o Google pretende adaptar as estratégias do YouTube para aumentar a audiência com o público jovem, que está assistindo cada vez mais vídeos em dispositivos móveis. A Atlantic Records, que já está fazendo uso do novo formato para testes, afirmou que o "Bumper Ads" funciona melhor quando combinado com outros tipos de anúncios no YouTube, sugerindo que campanhas em diferentes formatos são mais eficientes para conquistar a atenção dos usuários. Sendo assim, o "Bumper Ads" não substituirá nenhum formato já existente, mas irá se tornar mais uma opção para os anunciantes. Além da gravadora, a montadora alemã Audi também já está fazendo uso do novo formato de anúncio. Abaixo você pode conferir um exemplo de uma campanha realizada por meio do novo formato de publicidade.



fonte:http://canaltech.com.br/noticia/youtube/youtube-tera-novo-formato-de-anuncios-de-apenas-6-segundos-63797/
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terça-feira, 19 de abril de 2016

Windows 10 Anniversay Update esconde novos emojis e ‘gato ninja’

O Anniversary Update, importante atualização que chegará a todos os usuários do Windows 10 no segundo semestre de 2016 já em fase de testes pelos inscritos no programa Windows Insiders, trouxe novos emojis de surpresa. Dentre eles há, também, um conjunto com seis novos emojis do famoso gato ninja, mascote do sistema operacional da Microsoft.

O gato ninja acabou se tornando o mascote não oficial do Windows 10. Isso por que, durante as diversas fases de teste, wallpapers com um gato montado num unicórnio ou dinossauro fizeram sucesso entre os usuários. A partir daí, vários ilustradores e artistas passaram a fazer várias ilustrações do gato ninja.

Novo design de emojis do Windows 10 (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)Novo design de emojis do Windows 10 (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)

Com o tempo, sua popularidade foi aumentando entre os usuários, até mesmo entre os desenvolvedores da Microsoft. Então, foi só questão de tempo para que o gato ninja, sem querer, se tornasse o mascote do novo sistema operacional da Microsoft: o Windows 10.

Na nova atualização de aniversário do Windows 10, a gigante de Redmond incluiu mais seis novos emojis exclusivos do gato ninja. Mas, eles não podem ser vistos na lista geral de emojis. Para visualizar os novos emojis do gato mais querido do Windows 10, é preciso combiná-lo com outros emojis.

Ninja cat montado num T. Rex (Foto: Divulgação/Microsoft) (Foto: Ninja cat montado num T. Rex (Foto: 

Como encontrar os emojis do ninja cat
Se você usar o emoji do gato com a silhueta de um homem, você verá o gato ninja. Mas, se combinar o gato com uma moto, você verá o gato ninja voador. Combinando o emoji de gato com um computador, você verá o gato ninja usando um computador com o símbolo da Microsoft. No total, são seis novos emojis; veja todas as combinações, incluindo dinossauro e astronauta logo abaixo:

Novos emojis do famoso gato ninja (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)

Além das novidades relacionadas ao gato ninja, temos também novidades relacionadas com os emojis comuns. A Microsoft decidiu adotar um novo design para eles. Agora todos possuem uma borda preta com uma margem bem grossa, deixando o emoji bem mais destacado e bonito.

Novos tipos de família também passam a ser representados pelos novos emojis do Windows 10 Anniversary Update. Dentre elas, vemos famílias com duas mulheres, dois homens e também com filhos, até mais de um. Nesta atualização a empresa também decidiu incluir novos tons de pele, como mais escuro e pardos.

Novos emojis do Windows 10 com outros tons de pele para PC e celular (Foto: Divulgação/Microsoft)

fonte:jornalfloripa.com.br
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Facebook reforça criptografia do WhatsApp. Acesso exclusivo de remetente e destinatário


Os mais de um bilhão de usuários do WhatsApp, o popular serviço de mensagens do Facebook, agora estarão mais protegidos. Isso porque a configuração padrão de criptografia foi reforçada. Agora, todas as mensagens somente poderão ser acessadas pelo remetente e também pelo destinatário.

A atualização acontece em meio à intensificação do debate internacional sobre qual acesso os agentes da lei devem ter às comunicações digitais e segue um grande embate entre Apple e a polícia federal dos Estados Unidos, o FBI, sobre um iPhone bloqueado ligado a um dos atiradores de San Bernardino.

O WhastApp começou a trabalhar no desenvolvimento de criptografia completa em mensagens cerca de dois anos atrás com a ajuda de softwares fornecidos pela Open Whisper Systems, uma organização sem fins lucrativos voltada para segurança.

O aplicativo de mensagens começou a oferecer a criptografia padrão em mensagens de texto entre dois usuários em 2014, mas as mensagens em grupo e aquelas contendo mídias como fotos e vídeos não estavam totalmente criptografadas.

A partir de ontem (4), o conjunto das mensagens do WhatsApp passou a contar com criptografia total, disse o Facebook, o que significa que a empresa não terá a capacidade de ler as mensagens dos clientes, mesmo se for solicitada por agentes da lei.

Como funciona
“A ideia é simples: quando você envia uma mensagem, a única pessoa que pode lê-la é a pessoa ou o grupo para o qual você e enviou. Ninguém pode ver dentro desta mensagem”, disse o WhatsApp em uma mensagem divulgada em blog anunciando a atualização. “Nem cibercriminosos. Nem hackers. Nem regimes opressivos. Nem mesmo nós”.

*Com reportagem de Dustin Volz, da Reuters
fonte:www.bitmag.com.br
por Solange Calvo
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quarta-feira, 9 de março de 2016

Nova moda dos teclados removíveis pode ressuscitar os tablets

Aparelhos surgem como substitutos dos notebooks, aponta IDC.
Venda de tablets com teclados removíveis deve crescer 73% em 2016.

Facebook
Surface Pro 4, da Microsoft, é um tablet que pode integrado com um teclado removível. (Foto: Divulgação/MIcrosoft)

O mercado mundial de tablets sofrerá outra queda em 2016, mas ainda tem um ponto a favor que pode ressuscitá-lo. Os "removíveis", aparelhos que, integrados a teclados, podem cumprir as mesmas funções de notebooks. Eles ganham espaço como substitutos desses computadores móveis.

Um relatório da IDC divulgado nesta terça-feira (8) indicou que a venda de tablets no mundo todo provavelmente cairá 5,9% nesse ano, e chegará a 195 milhões de unidades, após a queda de 10% em 2015.

Embora o mercado de tablets esteja em desaceleração depois da forma rápida com que avançou, o segmento dos removíveis continua sendo um fator-chave de crescimento. São boas notícias para a Microsoft e outros fabricantes com equipamentos baseados no Windows 10.

A IDC projetou um aumento de 73% nas vendas de tablets com teclado removível neste ano e disse que aqueles com Windows, como o Surface, ficarão com mais da metade do segmento. "Essa mudança de formato trará consigo o primeiro impacto significativo para os equipamentos baseados no Windows que o mercado de tablets já viu", disse Ryan Reith, analista da IDC.

"Mesmo que não se introduza a touchscreen nos Mac OS X da Apple e se pavimente o caminho para que Android e Chrome estejam melhor alinhados, acreditamos que o Windows continuará sendo a opção lógica para os produtos removíveis".

A IDC estima que a venda mundial de tablets com teclado removível crescerá de 16,6 milhões em 2015 para 63,8 milhões em 2020.

"Todo mundo na indústria se dá conta de que os computadores pessoais tradicionais, como os de mesa ou os portáteis, serão substituídos por tablets com teclado removível nos próximos anos", disse Jean-Philippe Bouchard, diretor de pesquisa de tablets para a IDC. "Por isso vemos a introdução de tantos produtos novos neste ano", acrescentou o especialista.

fonte:g1.globo.com
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Como transformar seu laptop velho em um Chromebook de graça


A grande ironia das novidades entre computadores e do aumento do uso do armazenamento em nuvem é que você pode tirar seu laptop velho daquela gaveta em que ele está só pegando poeira e fazer com que ele seja mais poderoso que um Chromebook novinho, saído direto da loja. Um laptop de até dez anos pode operar com velocidade se você trocar o sistema operacional dele por um tipo leve como o Chrome. O melhor disso tudo é que você pode recuperar seu computador antigo sozinho, em casa, sem gastar nada.

Para isso, usaremos um programa chamado CloudReady, feito por uma startup de Nova York chamada Neverware. O software usa uma versão modificada do Chromium, que é uma versão open source do Chrome que o Google torna disponível para desenvolvedores independentes. Quem mais usa os serviços da Neverware são escolas públicas americanas que precisam converter computadores antigos em unidades boas para seus alunos. As escolas pagam para fazer o download, mas a empresa oferece o software de graça para uso doméstico.

Tanto PCs quanto Macs podem receber o sistema, você só precisa verificar se o seu modelo está entre os 200 que são compatíveis com o CloudReady (verifique aqui). Tudo o que você precisa além do laptop antigo é de um pendrive de 8GB ou 16GB para fazer o download do software CloudReady. Depois é só seguir as instruções da Neverware para instalar o software. Toda a instalação leva cerca de 45 minutos.

Até um tempo atrás, usar o CloudReady significava deletar tudo o que havia no seu hard drive e se livrar completamente do seu sistema operacional antigo. Agora, porém, é possível manter as informações antigas. Com o Dual-Boot, cada vez que o computador é ligado, seu usuário escolhe se quer usar o Chrome ou o sistema antigo. [The Verge]



fonte:hypescience.com
por Juliana Blume
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terça-feira, 8 de março de 2016

Cientistas afirmam que internet Wi-fi pode trazer riscos graves para a saúde


Um desequilíbrio metabólico causado pela radiação dos nossos dispositivos sem fio pode ter ligação com alguns riscos para a saúde, tais como várias doenças neurodegenerativas e até mesmo câncer, sugere um estudo publicado recentemente.

Esse desequilíbrio, também conhecido como estresse oxidativo, é definido pelo coautor Igor Yakymenko como “um desequilíbrio entre a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) e de defesa antioxidante”.

Yakymenko explica que o estresse oxidativo devido a exposição à radiofrequência poderia explicar não só casos de câncer, mas também outras doenças menores, tais como dor de cabeça, fadiga e irritação da pele, o que pode ocorrer depois de uma exposição a longo prazo. “Estes dados são um sinal claro dos riscos reais que este tipo de radiação apresenta para a saúde humana”, alerta.
Cuidado com o Wi-fi
O artigo explica que as ROS, que são muitas vezes produzidas nas células devido a ambientes agressivos, também podem ser provocadas pela “radiação sem fio comum”.

Pesquisas recentes demonstram possíveis efeitos cancerígenos da radiofrequência (RFR) e da radiação de microondas. Em 2011, a Agência Internacional de Investigação do Câncer classificou a RFR como um possível agente cancerígeno para os seres humanos. Mas a falta de explicação para mecanismos moleculares claros de tais efeitos de RFR não ajudaram na aceitação de uma realidade de risco. O artigo demonstra que os efeitos perigosos de RFR poderiam se desenvolver através dos “mecanismos clássicos” de imparidades oxidativas em células vivas.

Yakymenko e seus colegas alertam para uma abordagem de precaução no uso de tecnologias sem fio, como telefones celulares e internet wireless. [Science Daily]

fonte:hypescience.com
por Jéssica Maes
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Saiba como obter o melhor sinal Wi-Fi em sua casa


A internet é uma parte central da vida da maioria das pessoas. Praticamente todo mundo tem um roteador Wi-Fi em casa, mas nem todo mundo está aproveitando essa conexão paga o suficiente.

Não jogue fora a qualidade e velocidade máxima do seu sinal porque você involuntariamente colocou seu roteador em uma localização péssima, por exemplo. Confira dicas para obter o melhor Wi-Fi possível:

Localização horizontal
O sinal Wi-Fi se estende em todas as direções a partir do roteador, o que significa que ele deve, idealmente, ser colocado em um local central em sua casa. Caso contrário, você pode “entregar” toda a sua área de cobertura de qualidade para o seu vizinho, seu jardim ou para a rua em frente à sua casa.

É claro que, dependendo da fiação na sua casa, colocar o roteador em um lugar central pode não ser tão fácil. A solução, então, é considerar um cabo Ethernet – que você pode comprar em comprimentos bem grandes -, a fim de permitir que você coloque o dispositivo em praticamente qualquer lugar que desejar.

Por fim, é interessante notar que ligar o seu computador diretamente ao roteador via Ethernet também irá assegurar uma conexão mais rápida.

Localização vertical
O mesmo princípio se aplica a localização no sentido vertical da coisa. Se você puder colocar o roteador perto do meio vertical da sua casa, isso poderia melhorar o alcance do sinal em geral.

Outra coisa a se ter em mente são as paredes. Qualquer estrutura sólida pode atrapalhar o sinal Wi-Fi, e enquanto a tecnologia pode impressionantemente permear coisas como paredes por algum tempo, elas ainda têm um impacto sobre o sinal.

Logo, posicione o roteador em um local tão aberto quanto possível, longe de tijolos ou paredes de concreto.

Outros produtos eletrônicos
Outros produtos eletrônicos em sua casa podem interferir com a frequência de seu Wi-Fi também. Assim, tente manter o seu roteador longe de coisas como TVs, micro-ondas, telefones sem fio e quaisquer outros tipos de dispositivos que transmitem sinais sem fio como parte de sua operação normal.

Antena
Não se esqueça da antena do seu roteador também. Nem todos os modelos incluem uma antena externa que você pode manipular, mas se o seu tem uma, ajeite-a. O ângulo e a direção da antena terão um impacto sobre a forma como o roteador transmite sinais e podem fazer uma diferença notável.

Meça a velocidade da sua internet
Se você for mudar seu roteador de lugar, é uma boa ideia fazer uma medição científica antes e depois para checar a melhor opção. Existem vários aplicativos e sites que ajudam a medir a velocidade do dispositivo que você está usando atualmente, por isso, se você for tentar uma nova localização ou configuração do roteador, tome o tempo para provar que essa mudança vai melhorar o sinal de fato. [ScienceAlert]

fonte:hypescience.com
por Natasha Romanzoti
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